sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Unidades operacionais que capacitam empresas para a exportação serão expandidas


Atualmente, os núcleos operacionais funcionam em 12 estados do País

O Projeto de Extensão Industrial Exportadora (Peiex), coordenado pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), pretende ampliar de 27 para 31 o número de núcleos operacionais de exportações instalados, até o final deste ano.
 
Fábio Pozzebom/Agência Brasil O projeto qualifica as empresas para a exportação para que elas se tornem cada vez mais competitivas Ampliar
  • O projeto qualifica as empresas para a exportação para que elas se tornem cada vez mais competitivas
O Peiex contabiliza, desde 2009, um total de 10,3 mil empresas atendidas. De acordo com o o coordenador nacional do projeto, Tiago Terra, a expectativa é alcançar em torno de 13 mil a 14 mil empresas atendidas até 2014. Ele lembrou que o projeto qualifica as empresas para a exportação, “para que elas se tornem cada vez mais competitivas”.
Atualmente, os núcleos operacionais funcionam em 12 estados do País. Tendo como destaque os setores de moda e confecções, móveis, metalmecânico e cosméticos.
A Apex-Brasil pretende discutir com o governo fluminense e a Federação das Indústrias (Firjan) a possibilidade de instalar novos núcleos do projeto no estado. “A gente espera, em dois ou três anos, estar ampliando isso. A  nossa ideia é consolidar esse núcleo aqui [da região serrana], para fazer depois a ampliação. Porque se você não consolida o projeto, depois é muito difícil abrir as portas para os outros lugares”.

Projeto
O Peiex é um projeto de capacitação para empresas com potencial exportador. Ele busca aumentar a competitividade e promover a cultura exportadora nas micro, pequenas e médias empresas do País, ampliando os mercados das indústrias iniciantes em comércio exterior.

Máquinas brasileiras serão exportadas para a Argentina


O crédito será fornecido por meio da modalidade de apoio BNDES Exim Automático, na fase de pós-embarque
Foi estabelecida linha de crédito no valor equivalente de US$ 20 milhões ao banco argentino

Foi assinado nesta segunda-feira (10), um contrato entre os presidentes do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Luciano Coutinho, e do Banco de la Provincia de Buenos Aires (Banco Província), Gustavo Marangoni, que vai permitir o financiamento de exportações brasileiras de máquinas e equipamentos para a Argentina.
Governo de São Paulo Ampliar
  • Foi estabelecida linha de crédito no valor equivalente de US$ 20 milhões ao banco argentino
O crédito será fornecido por meio da modalidade de apoio BNDES Exim Automático, na fase de pós-embarque. Foi estabelecida linha de crédito no valor equivalente de US$ 20 milhões ao banco argentino, e os recursos poderão financiar importadores locais de máquinas e equipamentos produzidos no Brasil.
De maneira similar aos financiamentos concedidos pelo BNDES no Brasil por meio da linha Finame, o Banco de la Provincia de Buenos Aires será um dos bancos credenciados do BNDES na Argentina, assumindo o risco do crédito do importador argentino. Os desembolsos dos recursos serão realizados pelo BNDES, em reais, diretamente aos exportadores, no Brasil, que receberão o pagamento à vista logo após o embarque de suas mercadorias. Nessas operações, não há remessa de recursos do BNDES para o exterior.
Atualmente, há 18 bancos credenciados para operar o BNDES Exim Automático, localizados em dez países (Argentina, Chile, Colômbia, EUA, Honduras, Ilhas Cayman, Panamá, Paraguai, Peru e Uruguai). Eles estão habilitados para financiar cerca de US$ 800 milhões em máquinas e equipamentos exportados do Brasil.

Exim Automático
O BNDES Exim Automático foi desenvolvido pela Área de Comércio Exterior do BNDES a partir da demanda de exportadores brasileiros. O produto, criado em 2010, visa dar maior agilidade operacional ao financiamento às exportações brasileiras de máquinas e equipamentos e demais itens de maior valor agregado, mediante a concessão de linha de crédito a bancos no exterior.
Até o momento, já foram realizadas mais de 50 operações em 6 países, abrangendo 16 bancos no exterior. São operações de valores diversificados, com prazo de financiamento de até cinco anos a importadores, apoiando, assim, as pequenas, médias e grandes empresas brasileiras exportadoras de bens de capital.

Fonte:
BNDES

Exportação de produtos de médias empresas cresceu em 2011


As informações sobre as exportações por porte de empresas, em 2011, foram publicadas nesta segunda-feira (1º) pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic)


Em 2011, houve aumento no número de empresas de médio porte que exportaram. No ano, 5.710 médias empresas venderam para o mercado exterior, ultrapassando a quantidade verificada em 2010, de 5.681. Em relação a valores, o segmento também apresentou crescimento de 7,6%, passando de US$ 8,198 bilhões, em 2010, para US$ 8,819 bilhões, no ano passado.
  • Em 2011, houve aumento no número de empresas de médio porte que exportaram
O principal setor exportador, nesta categoria de estabelecimentos, foi o de máquinas e equipamentos mecânicos, sendo que as exportações corresponderam por 11,9% do total.
O relatório mostra que 21.947 empresas exportaram no ano, com aumento de 29 exportadores, na comparação com 2010 . Dessas, cem empresas ascenderam de categoria, sendo que 67 passaram de micro e pequenas empresas para empresas de médio porte e 33, de médio para grande porte.
No ano, 9.973 micro e pequenas empresas exportaram e houve queda em relação à quantidade de 2010. A participação do segmento, no valor exportado, contudo, registrou aumento de 3,4%, passando de US$ 1,964 bilhão, em 2010, para US$ 2,032 bilhões, em 2011. Os principais setores que exportaram em 2011 foram: madeira e obras, obras de pedra, máquinas e equipamentos elétricos, pedras preciosas e artigos de joalheria, e plásticos e obras.
Em relação às grandes empresas, o número verificou aumento, de 5.612, em 2010, para 5.791, em 2011. O valor exportado por este porte de empresas também registrou elevação de 7,8%, passando de US$ 191,4 bilhões, em 2010, para US$ 244,7 bilhões, em 2011. Os setores de minérios e de petróleo e combustíveis representaram, respectivamente, 18% e 10,9%, das exportações do segmento, em 2011, e foram seguidos pelos de sementes oleaginosas (6,6%); açúcar (6,2%); e carnes (5,5%).
Taxa de Sobrevivência das Empresas no Brasil
7 em cada 10 empresas sobrevivem no Brasil após 2 anos da abertura. É o que indica pesquisa elaborada pelo Sebrae a partir de nova metodologia. O trabalho foi feito a partir do processamento da base de dados da Receita Federal (RF), utilizando como referência os registros de abertura, as entregas das declarações de Imposto de Renda e as baixas das empresas .O estudo utilizou as informações entre os anos 2005 e 2009 e focou as empresas constituídas nos anos de 2005 e 2006.
Peiex
Projeto de Extensão Industrial Exportadora (Peiex), coordenado pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), é um projeto de capacitação para empresas com potencial exportador. Ele busca aumentar a competitividade e promover a cultura exportadora nas micro, pequenas e médias empresas do País, ampliando os mercados das indústrias iniciantes em comércio exterior.

Fonte: Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior Sebrae Portal Brasil

Aumento na exportação de grãos não deve impactar mercado interno


Leonardo Amazonas, agrônomo da CONAB, faz análise.
Profissional faz projeções de oferta e demanda da soja no país.

 

A exportação de grãos segue em ritmo acelerado. O Brasil exportou três milhões de toneladas de milho em setembro. O volume de soja chegou a 1,6 milhão de toneladas.
O Brasil deverá exportar neste ano 31,25 milhões de toneladas de grãos.
O agrônomo da CONAB Leonardo Amazonas explica qual será o impacto desse aumento nas exportações para as vendas no mercado interno.
De acordo com Leonardo, a produção nacional este ano ficou em torno de 66 milhões de toneladas. “Nós estamos estimando que o consumo brasileiro de grãos gire em torno de 37,2 milhões de toneladas. Nós vamos ter um estoque de passagem em torno de um milhão de toneladas, então não há possibilidade nenhuma de faltar grãos no Brasil hoje”.
Também não há motivos para preocupação em relação ao farelo de soja. O Brasil terá um estoque de passagem em torno de dois milhões de toneladas.
O mercado estima que a safra 2012/2013 fique em torno de 80 milhões de toneladas. “A expectativa é que nossa área seja bem maior em relação ao ano passado e que nós tenhamos safra recorde no ano que vem”, aponta Leonardo.
O agrônomo também afirmou que não há motivos para se preocupar com os estoques finais de milho. A estimativa da companhia é que eles se mantenham na casa dos 12,5 milhões de toneladas.



Publicado no G1: http://g1.globo.com/economia/agronegocios/noticia/2012/10/aumento-na-exportacao-de-graos-nao-deve-ter-impacto-no-mercado-interno.html 

 

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

CSN investe R$ 150 milhões em terminal de contêineres do Rio de Janeiro

Capacidade de movimentação do complexo crescerá 87%


O Sepetiba Tecon, terminal de contêineres da CSN, no estado do Rio de Janeiro, investirá R$ 150 milhões para aumentar sua capacidade de movimentação em 87%, saltando de 237 mil unidades para 444 mil, já no final de 2013.
O terminal de contêineres e cargas gerais, porto concentrador de cargas (Hub Port), localizado no Porto de Itaguaí, movimentou 216 mil contêineres em 2011, um aumento de 10% sobre o ano anterior.
O projeto de expansão contempla o aumento da estrutura contínua de cais de 540m para 810m, o que permitirá receber simultaneamente mais de um navio de grande porte. Do investimento total, R$ 41 milhões serão destinados à compra de dois portêineres e quatro transtêineres (equipamentos usados na movimentação dos contêineres do navio para o costado e no armazenamento dentro do pátio, respectivamente). Além dos R$ 150 milhões, a CSN já havia realizado investimento de R$ 12 milhões na dragagem dos Berços do Porto.

04/10/2012
Publicado no Guia Maritimo: http://www.guiamaritimo.com.br/csn-investe-r-150-milhoes-em-terminal-de-conteineres-do-rio-de-janeiro/


Commodities brasileiras subiram 0,29% em setembro

No acumulado do ano, alta registrada chegou a 8,93%


O Índice de Commodities Brasil (IC-Br), calculado mensalmente pelo BC (Banco Central), teve alta de 0,29%, em setembro, em relação ao mês anterior. No acumulado do ano até setembro, foi registrada alta de 8,93% e, em 12 meses, de 3,61%.
O IC-Br é calculado com base na variação em reais dos preços de produtos primários (commodities) brasileiros negociados no exterior.  No mês, a alta do indicador foi impulsionada pelo segmento de metais (alumínio, minério de ferro, cobre, estanho, zinco, chumbo e níquel), que registrou expansão de 8,05%.
O indicador do segmento agropecuário, formado por carne de boi, algodão, óleo de soja, trigo, açúcar, milho, café, arroz e carne de porco, teve queda de 0,89%. O segmento de energia (petróleo, gás natural e carvão) apresentou retração de 1,28%.
O índice internacional de preços de commodities (CRB), calculado pelo Commodity Research Bureau, registrou alta de 1% em setembro e de 13,42%, nos nove meses do ano. Em 12 meses encerrados em setembro, houve aumento de 8,43%.

Publicado no Guia Maritimo: http://www.guiamaritimo.com.br/commodities-brasileiras-subiram-029-em-setembro/

Itajaí passa a operar com navios de até 300 metros

Primeira operação com novo parâmetro deverá ser realizada nesta quinta-feira



O Complexo Portuário do Itajaí passará a operar com navios de até 300 metros de comprimento e 40 metros de boca nesta semana, em caráter experimental. O novo parâmetro de navegação foi homologado pela Autoridade Marítima e informado à Autoridade Portuária por meio do ofício 797/DelItajaí-MB.
“A confirmação da viabilidade técnica para operarmos com segurança navios desse porte em nossos canais de acesso e, principalmente em nossa bacia de evolução, é resultado de vários estudos de manobrabilidade de navios e modelagem numérica que vêm sendo realizados e tem a total concordância da praticagem de Itajaí”, explica Antonio Ayres dos Santos Júnior, superintendente do Porto de Itajaí.
A primeira operação com o novo parâmetro deve ser realizada nesta quinta-feira, com a atracação do navio MSC Luiza, de 300 metros, no terminal Portonave, em Navegantes. Entretanto, esse fato abre a novas perspectivas para que os berços da margem direita – APMT e Porto Público – também possam operar navios das novas gerações que navegam na costa brasileira.

04/10/2012 
Publicado no Guia Maritimo: http://www.guiamaritimo.com.br/itajai-passa-a-operar-com-navios-de-ate-300-metros/