sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Exportação de carne suína cresce 19,2% em agosto

Volume do mês é o maior registrado em 2012, segundo a Abipecs

Ernesto de Souza 
 
Em termos de receita, agosto ficou atrás apenas de maio, totalizando US$ 134,42 milhões de dólares
As exportações brasileiras de carne suína somaram 54,71 mil toneladas em agosto, o que representa o maior volume mensal observado até agora em 2012, informou nesta terça-feira (11/9) a Associação Brasileira da Indústria Produtora e Exportadora de Carne Suína (Abipecs). Trata-se de uma alta de 19,24% em relação ao mesmo mês de 2011, quando o Brasil embarcou 45.887 toneladas. Em termos de receita, agosto ficou atrás apenas de maio, totalizando US$ 134,42 milhões - avanço de 10,10% na comparação anual. Já os preços continuam em queda neste ano. Em agosto, a tonelada do produto foi negociada, em média, a US$ 2.457, valor 7,67% inferior ao apurado em igual intervalo de 2011.

De janeiro a agosto, os embarques do produto subiram 5,42% em relação aos oito primeiros meses de 2011, somando 367.743 toneladas. O faturamento nesse mesmo período, no entanto, é 2,2% menor (US$ 930 milhões).

No mês passado, a Rússia foi o principal comprador, respondendo por 26,03% do volume e por 28,35% da receita das exportações brasileiras. No total, o país vendeu aos russos 14.241 toneladas (US$ 38,10 milhões), avanços de 387,43% em volume e 327,57% em termos de faturamento em relação a agosto do ano passado. Para a Argentina, cujo embargo à carne suína brasileira foi encerrado em julho, as vendas aumentaram 6,64%, para 3.586 toneladas.

No acumulado de 2012, contudo, a Ucrânia é o principal comprador do produto (83.226 toneladas, ou 22,63% das exportações). Em seguida estão Hong Kong (82.770 t), Rússia (81.826 t), Angola (26.847 t) e Cingapura (18.674 t). 

Publicado na Revista Globo Rural

VEJA QUAIS SÃO OS 5 ESPORTIVOS MAIS PROCURADOS PARA IMPORTAÇÃO INDEPENDENTE NO BRASIL


Infiniti FX 35

Uma pesquisa feita pela importadora Direct Imports nos primeiros seis meses de 2012 mostram quais são os cinco esportivos mais procurados pelos brasileiros que desejam importar automóveis de forma independente. Confira o resultado a seguir.

O Ford Mustang GT Premium é o primeiro esportivo da lista. De acordo com a importadora, o modelo da Ford foi o mais procurado no período do total de 28,5 mil usuários que buscaram informações e cotações deste segmento em específico no site da empresa.

O segundo lugar pertence ao Chevrolet Camaro V6, seguido pelo Nissan 370z na terceira colocação.

O quarto lugar pertence ao Porsche Cayenne, SUV que completa 10 anos de existência em 2012.

A quinta colocação é de um modelo mais raro de se ver pelas ruas: o Infiniti FX35.

Veja os detalhes dos modelos mais procurados:
- Mustang GT Premium: a versão mais procurada é a GT Premium que inclui o motor 302 V8 5,0 litros (402cv), câmbio manual de seis velocidades; rodas aro 18″ com pneus 235/50; sistema Bluetooth; rádio via satélite SiriusXM com CD e MP3, entrada para iPod e oito alto falantes; freios ABS com EBD; conjunto de air bags dianteiros e laterais (de cortina) além de controle de tração e estabilidade eletrônicos;

- Chevrolet Camaro V6 2LT: a versão que recebe maior procura é equipada com motor V6 3,6 litros (323cv), câmbio automático de seis velocidades, rodas aro 19″; sistema Bluetooth; rádio via satélite SiriusXM e sistema de navegação com nove alto falantes Boston Acoustics, entrada para iPod e USB, controle de tração e estabilidade eletrônicos e conjunto de oito air bags;

- Nissan 370z: o terceiro carro mais procurado para importação independente vem equipado com motor V6 3,3 litros (332cv), câmbio manual de seis marchas, sistema Bluetooth; rádio via satélite SiriusXM com quatro alto falantes e sistema Bose, controle de tração e estabilidade eletrônicos e conjunto de air bags frontais e laterais;

- Porsche Cayenne S: o quarto carro mais procurado entra no segmento dos SUV´s esportivos equipado com motor V8 4,8 litros (400cv), câmbio automático de oito velocidades, freios ABS com EBD, controle de tração e estabilidade, teto solar elétrico e sistema de som Burmester;

- Infiniti FX35: outro SUV de proposta esportiva, vem equipado com motor V6 3,5 litros (303cv), câmbio automático de sete velocidades com opção de trocas manuais, freios ABS com EBD, controle de tração e estabilidade, sistema de som Bose com 11 alto falantes e rádio satélite Sirius, entrada para iPod, MP3 e USB, conjunto de air bags frontais, laterais e superiores com controle eletrônico e duplo estágio.

Fonte: Direct Imports

Publicado em Direct Imports

Complexo portuário de Itajaí precisa de mais espaço e pode partir pra desapropriação



Após 60 anos operando navios na mesma área de manobras, o Complexo Portuário do Itajaí-Açu estuda a possibilidade de instalar uma nova bacia de evolução para atender à operação de navios maiores e mais carregados.
A Superintendência do Porto de Itajaí considera a adequação necessária para permitir que os terminais locais possam competir em condições de igualdade com outros portos – algo essencial para manter a movimentação de contêineres e o fluxo econômico na região.
A obra, que pode chegar a um custo de R$ 100 milhões, pagos com recursos públicos, dependerá da desapropriação de áreas em Navegantes. A previsão é que a nova bacia de evolução fique pronta em 2014, e que garanta ao complexo a adequação ao mercado por pelo menos 10 anos.
A empreitada deve permitir operações com navios de até 336 metros de comprimento e 48,2 de largura. Hoje, os terminais de Itajaí e Navegantes trabalham com cargueiros de até 272 metros e recebem embarcações maiores em caráter experimental. Terminais concorrentes, como o de Itapoá, estão aptos a receber cargueiros com até 335 metros de comprimento.
Os estudos de viabilidade para a nova bacia de evolução de Itajaí iniciaram em 2010 e, de lá para cá, quatro possibilidades foram levantadas. Duas acabaram descartadas pelas condições desfavoráveis de vento e correnteza. Restaram, como alternativas, o uso de uma área verde, localizada ao lado do porto, ou o alargamento do rio em frente ao Centreventos de Itajaí, em Navegantes – que, até agora, se mostrou a opção mais viável.
A ideia é que os navios entrem pela barra e façam um giro de 180º bem em frente ao atracadouro da Vila da Regata, que recebeu os barcos da Volvo Ocean Race. Depois, os cargueiros seguirão de ré até os berços de atracação.
O esquema foi montado com base em simulações feitas por técnicos da empresa holandesa Arcadis, contratada pelos terminais Portonave e APM Terminals para avaliar as melhores alternativas.
- Fizemos simulações de entrada e saída, tanto com maré cheia quanto baixa. As conclusões revelaram que existe possibilidade de navegação segura – diz Luitze Perke, Engenheiro da Arcadis.
As simulações foram apresentadas aos práticos que atuam no complexo, segunda-feira. Até o final do ano, novos testes serão feitos – desta vez no Itajaí-Açu.
Porto perde receita
Superintendente do complexo portuário, Antônio Ayres dos Santos Junior diz que a abertura de uma nova área de manobras é essencial para manter a competitividade dos portos de Itajaí e Navegantes, já que os armadores têm dado preferência a navios cada vez maiores e com mais capacidade para contêineres. A chegada dos grandes cargueiros, porém, deve impactar na receita do porto, que recebe por atracação.
A dragagem que aprofundou o canal, concluída no final de 2011, possibilitou a entrada de navios um pouco maiores do que os que vinham operando em Itajaí. Com isto, segundo Santos Junior, o porto perdeu rendimento.
Em compensação, a movimentação de contêineres, que impacta em toda a cadeia portuária, cresceu 42%.
- Se há uma única manobra, mas com muita carga, ganha-se em produtividade – diz o Superintendente da APM Terminals no Brasil, Ricardo Arten.
Aumento no canal pode permitir navios maiores desde já
A Capitania dos Portos de Itajaí pediu que a superintendência do Complexo Portuário produza um novo estudo sobre as condições do canal de acesso, para avaliar se as operações estão seguras. Embora o tamanho padrão para os navios que entram nos portos de Itajaí e Navegantes seja de 272 metros, os terminais têm recebido, em caráter experimental, cargueiros de até 294 metros.
O argumento da Marinha é que as operações têm sido feitas com base em um estudo de 2009, e, desde então, o canal passou por uma nova enchente, em 2011, e por obras de dragagem.
- É preciso atualizar os dados se o porto tiver interesse em trabalhar com um navio maior como padrão – diz o Delegado da Capitania dos Portos de Itajaí, Fernando Anselmo Sampaio.
Superintendente do Complexo Portuário do Itajaí-Açu, Antônio Ayres dos Santos Junior diz que o estudo deverá ser feito junto com uma nova verificação de profundidade, que está em vias de ser contratada. A previsão é que a verificação, que deve ser financiada pelos terminais privados, fique pronta 30 dias após a assinatura do contato.
A intenção da superintendência é que o complexo possa, antes mesmo das obras de uma nova bacia de evolução, receber navios com até 300 metros de comprimento.
- A ideia é alargarmos pontos do canal, para que alguns desses navios maiores possam entrar desde já – diz Santos Junior.
Moradores não acreditam em desapropriação
Lar de centenas de moradores de Navegantes, a área que para os técnicos parece a melhor opção para uma nova bacia de manobras deve significar, para a comunidade do Pontal, o transtorno da desocupação. Há pelo menos três décadas, a margem esquerda do Rio Itajaí-Açu em frente ao Centreventos, reconhecida como área portuária, foi tomada por casas simples e galpões de pesca, que servem de espaço para preparar os barcos e descascar o camarão.
Por ali, o anúncio de que a área pode ser desapropriada para dar lugar à bacia de evolução não é novidade.
- Vivo aqui há mais de 20 anos e desde aquela época sempre ouvi que o porto iria pegar a área de volta. Não acredito mais que isto vá acontecer – diz Antônio Roberto de Lima, 38 anos.
Mesmo quem se conforma com a possibilidade de sair do local confessa que sentirá falta da vista privilegiada do Itajaí-Açu, em meio ao canal de acesso dos navios. Pescador aposentado, obrigado a deixar o trabalho por problemas de saúde, que o forçaram a sessões periódicas de hemodiálise, Darci Francisco da Silva, 59, mata a saudade do mar observando os barcos pesqueiros atracados perto de casa.
- Onde vão colocar os pescadores, as embarcações? Não tem como um pescador sair daqui para morar em outro bairro – diz. 

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Com as informações -  Diário Catarinense

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Por Rodrigo Cintra

Costa Concordia – Perícia foi finalizada


Os responsáveis pela perícia do navio Costa Concordia, que naufragou em janeiro deste ano na Ilha Del Giglio, entregaram ontem ao juiz que investiga o caso o resultado da perícia, um documento composto por mil páginas e sete DVDs.

A perícia foi realizada a pedido da Promotora de Grosseto, Valeria Montesarchio, e os especialistas foram coordenados pelo almirante Giuseppe Cavodragone.    

Os peritos responderam 50 questões elaboradas pela Promotoria sobre a dinâmica do naufrágio, as medidas adotadas pelos investigados, as condições de manobras do navio, entre outras coisas.    

Os especialistas analisaram as conversas e as comunicações registradas nas caixas pretas do navio e também os dados de rota e das cartas náuticas.    

No próximo dia 15 de outubro acontece uma nova audiência sobre o acidente com o cruzeiro que levava mais de 4 mil pessoas a bordo e que provocou a morte de 32 pessoas após bater em uma rocha e encalhar na costa italiana.

Com as informações – JB / Agência ANSA

Publicado por Portal Maritimo

 Por Rodrigo Cintra

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Cresce número de navios descartados e inativos

Capacidade global de porta-contêineres aumentou 6,6% nos últimos 12 meses

Capacidade global de porta-contêineres cresceu 6,6% durante os últimos 12 meses para chegar a 16,17 milhões de Teus (unidade de medida equivalente a um contêiner de 20 pés). O crescimento líquido no ano-o-ano permanece a 1,015 milhões de Teus, com 1,25 milhões de Teus da capacidade de novos navios entregues e 235 mil Teus deletados.

A supressão representa 1,5% de frota atual, removidas especialmente por meio de descartes e embarcadoras continuam a abordar os desafios impostos pela atual situação do excesso de oferta.
Além disso, a capacidade efetiva deve ter crescimento de apenas 3,2% no ano-a-ano, enquanto as embarcadoras forem capazes de uma atenuação mais no futuro. A frota inativa soma hoje 546 mil Teus, de acordo com o relatório mais recente da Alphaliner.

Postado por Guia Maritimo

Novo Radar deve atenuar exigências para o Comércio Exterior

 Ainda é cedo para concluirmos se a recente Instrução Normativa (IN) editada pela Receita Federal com novas regras para a habilitação de empresas no Siscomex irá facilitar, e quanto, a vida das empresas que atuam no comércio exterior brasileiro. A Instrução Normativa RFB nº 1.288 foi assinada pelo secretário da Receita Federal, Sr. Carlos Barreto, em 31 de agosto (último), depende ainda de normativas que definam detalhes cadastrais.
 
A habilitação ao Siscomex, vulgarmente denominada “Radar”, é um procedimento adotado pelo Governo Brasileiro a partir da década de 90 do século passado, e atualmente em sua quarta edição, provou ter cumprido a missão de filtrar nossas transações internacionais eliminando do mercado empresas “laranjas” dedicadas à lavagem de dinheiro, bem como aquelas voltadas às operações fraudulentas.
 
Cumprida essa missão, e com sucesso, já era mesmo o momento de mudanças serem realizadas a fim de possibilitar a participação de mais empresas no esforço nacional de integração junto ao mercado mundial. Isso será possível se as normativas ainda pendentes de edição apresentarem níveis de exigências cadastrais e fiscais que sejam mais tênues que as atuais.
 
A leitura da IN nos leva a entender que esse é o espírito das mudanças estabelecidas.  O Ato Declaratório, ainda a ser editado, deverá trazer normas mais fáceis de serem atendidas. Assim esperamos.
 
A Instrução Normativa foi editada no D.O.U., em 03 de setembro, e passa a vigorar em 30 dias.
 
Diretor do Grupo Nicomex - Gilberto Castro - Quarta-feira, 12 Setembro, 2012

Indústria reage à restrição da Argentina / Márcia de Chiara

Fiesp quer comércio em moeda local e Abimaq procura clientes na África.

Empresários brasileiros estão se mexendo para reverter a queda de 19,3% nas exportações para a Argentina no ano até a agosto em relação a igual período de 2011, depois que o país vizinho adotou em fevereiro medidas restritivas às compras externas para conter a crise cambial.

A Federação das Indústrias do Estado de São Paulo vai propor à Argentina o uso de moeda local no comércio entre os dois países. O mecanismo já foi aprovado pelos bancos centrais, mas falta ser implementado.

O diretor do Departamento de Relações Internacionais da Fiesp, Roberto Giannetti da Fonseca, diz que, na segunda quinzena do mês, o secretário do Comércio Interior da Argentina, Guillermo Moreno, e o ministro do Planejamento, Julio De Vido, virão ao País discutir a questão.

"Essa é a solução para a Argentina e para o Brasil. A Argentina vai poder comprar mais do Brasil sem gastar dólar e manter o fluxo de importação para abastecer o que é necessário ao país. E o Brasil vai pode vender mais", diz Giannetti. Na sua avaliação, essa é a saída para manter o dinamismo comercial com a Argentina, o principal comprador de produtos manufaturados brasileiros.

A indústria química também decidiu dar a volta por cima nas vendas para a Argentina. A Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim) acaba de concluir um estudo, que será enviado ao Ministério da Indústria e Comércio e ao Ministério das Relações Exteriores, mostrando que as exportações de produtos químicos para Argentina caíram 8,7% no primeiro semestre na comparação com o mesmo período de 2011. Enquanto isso, as vendas externas para o resto do mundo ficaram praticamente estáveis (0,8%).

Com base no prejuízo causado pelas restrições feitas pelo país vizinho, a Abiquim pede ao governo negocie com a Argentina a exclusão de Brasil, Uruguai, Paraguai e Venezuela da exigência de Declaração Juramentada Antecipada de Importação, afirma a diretora de Comércio Exterior da Abiquim, Denise Naranjo. Em vigor desde fevereiro, a medida é a pedra no caminho das exportações para aquele país. "Também apoiamos o comércio em moeda local entre os dois países", diz a executiva.

Os fabricantes de implementos agrícolas optaram por conquistar novos mercados para contornar a dificuldades de exportar para a Argentina. "Estamos prospectando vendas para países africanos e já fechamos negócios", conta o diretor da Câmara Setorial de Implementos Agrícolas da Associação Brasileira de Máquinas Agrícolas (Abimaq), Francisco Matturo. Os países-alvo são África do Sul, Angola, Gana e Zimbábue. Ele diz que as vendas de implementos agrícolas para Argentina caíram mais de 50% este ano ante 2011.

Desvalorização. As exportações brasileiras patinam, apesar da desvalorização do real em relação ao dólar e dos estímulos fiscais e tributários dados pelo governo. A fraca demanda mundial é o pano de fundo da falta de reação nas exportações. Mas o baque mesmo nas vendas externas foi provocado pela Argentina, concordam especialistas em comércio exterior.

"Considero a Argentina como a principal fonte de problemas nas nossas exportações", afirma o economista chefe da LCA Consultores, Bráulio Borges. A opinião é compartilhada por Giannetti da Fonseca, da Fiesp.

"Há queda nos preços das commodities, como o minério da ferro importado pela China. Mas é localizada em duas ou três empresas. Onde a situação pega mais, do ponto de vista do emprego e da renda, é na Argentina que compra manufaturados."

Principal comprador de produtos industrializados nacionais, com 22% do total, as vendas do Brasil para a Argentina caíram neste ano numa velocidade muito superior que ao recuo registrado no total exportado pelo País. De janeiro a agosto, as exportações ao país vizinho somaram US$ 11,996 bilhões. A queda foi de19,3% em comparação a 2011. Esse recuo é quatro vezes maior que a retração do total das exportações brasileiras (4,9%).

"Quanto cresce o PIB dos nossos parceiros comerciais é muito mais importante do que a taxa de câmbio", diz Borges, da LCA.

Fonte: O Estado de São Paulo(11/09/2012)

Publicado em Global21