segunda-feira, 5 de novembro de 2012
Exportação não reflete potencial da economia
A importância do Brasil no ranking das maiores economias não se reflete em sua participação no comércio mundial. O País detinha fatia de 1,41% do comércio mundial em 2011, parcela que apesar do avanço recente ainda é muito pequena. A expansão tem como base as commodities, com uma concentração cada vez maior na pauta brasileira de exportações. Hoje, apenas seis produtos respondem por quase metade de tudo o que o Brasil exporta.
Para especialistas, o cenário acaba ampliando a dependência brasileira da oscilação de preços das commodities. Mais grave, no entanto, apontam, é que não se avança na exportação de produtos manufaturados, diante da pouca competitividade brasileira. "Somos o 22.º exportador e o 21.º importador. Nossa atuação no comércio exterior não é compatível com o Produto Interno Bruto (PIB). Temos um mercado doméstico grande, mas os Estados Unidos também têm e exportam muito", afirma o presidente em exercício da Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB), José Augusto de Castro.
Dos US$ 160,597 bilhões das exportações brasileiras em 2012, considerando os dados até agosto, 44,42% vieram de apenas seis produtos: minério de ferro, soja (triturada, farelo e resíduos da extração), óleo bruto de petróleo, café cru em grão, complexo carnes (frango, bovino e suíno) e açúcar de cana. Em 2006, esses mesmos seis produtos responderam por apenas 27,53% de tudo o que o País exportou.
Dependência. A expansão da economia mundial desde o início da década passada alavancou os preços de commodities. No Brasil, houve também aumento dos volumes exportados, o que colaborou ainda mais para o maior peso desses produtos na pauta de exportações. Além disso, a crise econômica mundial fez com que produtores de manufaturados buscassem outros mercados para seus produtos, aumentando a concorrência no mercado externo.
"O Brasil tem uma participação diminuta no comércio internacional, que sempre oscilou pouco. Isso indica que o aumento das exportações brasileiras é um movimento decorrente da expansão da economia mundial. A gente surfa nessa onda, mas sem aumento da fatia do comércio internacional, como ocorreu com a China", afirma o presidente do Centro Brasileiro de Relações Internacionais (Cebri), embaixador Luiz Augusto de Castro Neves.
Para se ter uma ideia, a fatia do Brasil no comércio internacional saltou de 0,85% em 2000, para 1,41% em 2011, enquanto na China essa participação passou de 3,86% para 10,43%. O crescimento também foi expressivo na Índia, de 0,65% para 1,63%.
"Nossa participação cresceu por causa de commodities, sem que o Brasil tivesse influência nesse processo, enquanto a China abriu e roubou mercados, com quase 100% de suas exportações formadas por produtos manufaturados", explica José Augusto de Castro.
A cautela é porque o preço das commodities é definido internacionalmente e oscila de acordo com o momento da economia mundial. Num momento de crise, pode cair e trazer impacto forte para a balança comercial brasileira. "Nosso perfil de comércio exterior é dependente de commodities. Quanto mais a pauta está ligada a commodities, mais vulnerável é o país", diz o economista da Fundação Centro de Estudos do Comércio Exterior (Funcex) Rodrigo Branco.
'Carregadora de piano'. Luiz Augusto de Castro Neves contesta que a concentração da pauta exportadora em commodities seja um mal. Segundo ele, "as commodities têm carregado o piano das exportações brasileiras" e o grande problema é a falta de uma política para o bom uso desses recursos. Ele lembra que os próprios Estados Unidos foram um grande exportador de commodities e com isso financiaram sua industrialização.
"Nosso vizinho Chile, assim como Austrália, Nova Zelândia e Noruega, são países que conseguiram crescer explorando as vantagens naturais. Uma boa alternativa seria estimular as cadeias industriais associadas a essas vantagens", diz o professor do Insper Sérgio Lazzarini, que defende a criação de um fundo soberano para mitigar os riscos das commodities.
O principal problema, segundo José Augusto de Castro, é o desempenho fraco da exportação de manufaturados. "Exportar commodities não é ruim, o problema é só exportar isso. O Brasil é naturalmente um exportador de commodities. O que não podemos é deixar de exportar os manufaturados, que é o que está acontecendo."
Nessa área, no entanto, pesam contra o avanço dos manufaturados as já conhecidas fraquezas brasileiras, como a elevada carga tributária e a infraestrutura precária. "O preço do produto manufaturado brasileiro é caro no mercado externo, por causa da precária plataforma logística de exportação e impostos altos. O sistema tributário é a principal reclamação de nossos clientes exportadores", revela Andrea Balassiano, sócia do Bichara, Barata e Costa Advogados.
Postado por: NewsComex - Comércio Exterior e Logística
Apoio ao Exportador: Master Comex
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Segundo o
Departamento de Promoção Comercial do Ministério das Relações
Exteriores, exportar é o caminho mais eficaz para garantir o próprio futuro da empresa, em um ambiente cada vez mais competitivo, que exige plena capacitação das empresas brasileiras para enfrentar a concorrência estrangeira, tanto no Brasil como no exterior. Para o Brasil, a atividade exportadora possui também importância estratégica, pois contribui para a geração de renda e emprego, para a entrada das divisas necessárias ao equilíbrio das contas externas e para a promoção do desenvolvimento econômico. A atividade exportadora oferece inúmeras vantagens às empresas: - maior produtividade; - diminuição da carga tributária; - redução da dependência das vendas internas; - aumento da capacidade inovadora; - aperfeiçoamento de recursos humanos; - aperfeiçoamento dos processos industriais; Pensando neste leque de oportunidades, elaboramos um canal onde centralizamos informações disponíveis no mercado como informações e links de instituições governamentais e de não governamentais para o empresário que está começando a exportar, como por exemplo, a seção “Passo-a-Passo”, até informações sobre “Seguros” e “Fuso Horários”, para que seu produto chegue ao local de destino com total segurança e para que os procedimentos de logística sejam os mais adequados possíveis. Publicado no Portal News Comex Antes de Importar ou exportar, consulte-nos: Master Comex Abaixo alguns links para auxiliar no conhecimento: |
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Inflação da China leva acções do Japão a recuperar
O índice Nikkei 225 progride 0,51% para 8.577,93 pontos e chegou a perder território para próximo de mínimos de Julho. Já o índice Topix avança 0,65% para 722,99 pontos.
Os ganhos de hoje contrastam com o desempenho recente dos títulos japoneses. O Nikkei recuou na semana passada, depois de o FMI ter revisto em baixa as previsões de crescimento do Japão. O Topix acumula uma queda de 4,7% desde dia 18 de Setembro.
“Os investidores estão relativamente satisfeitos com o crescimento das exportações da China”, disse o responsável de investimento em activos financeiros do Sumitomo Mitsui Trust Management, Junichi Misawa, citado pela Bloomberg.
Antes de a China ter dado conta de dados da inflação e das exportações, as acções da região da Ásia e Pacífico estavam a oscilar entre ganhos e perdas. O MSCI Ásia – Pacífico chegou a perder 0,1% e a valorizar na mesma proporção, depois de ter acumulado uma perda de 1,5%, na última semana. Dos 10 grupos industriais representados no índice, sete estavam em baixa.
No Japão, a fabricante de componentes electrónicos TDK é das que mais contribui para os ganhos, ao valorizar 3,3% para 2.941 ienes.
Publicado na News Comex
Exportações de produtos industrializados batem recorde para meses de outubro
As exportações de produtos
industrializados registraram recorde neste ano, para os meses de
outubro, na série histórica da balança comercial brasileira, conforme
anunciado pela secretária de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Tatiana Lacerda Prazeres, em entrevista coletiva no auditório do ministério.
“Esse dado é especialmente relevante em um cenário de crise e de retração de mercados importantes para o Brasil, em que as exportações brasileiras encontram dificuldades. De maneira que, na nossa avaliação, esse dado merece destaque”, considerou a secretária.
As vendas mensais dos bens industrializados foram de US$ 12 bilhões, valor que supera as exportações desses produtos em outubro de 2011 (US$ 10,7 bilhões). Nas vendas de produtos manufaturados (US$ 8,6 bilhões), a quantia de outubro é a maior desde 2008 (US$ 7,9 bilhões). Nos semimanufaturados (US$ 3,5 bilhões), o valor ultrapassa os embarques de 2011 (US$ 3 bilhões).
Na comparação entre outubro deste ano e outubro do ano passado, houve crescimento tanto nas vendas de manufaturados (0,9%) e de semimanufaturados (4,5%). Já os embarques de produtos básicos, que somaram US$ 21,8 bilhões, tiveram queda de 23,1%.
Em relação ainda aos resultados de outubro, foi verificada a segunda maior média diária de exportações para os meses, em 2012 (US$ 989,4 milhões), inferior apenas à registrada em 2011 (US$ 1,107 bilhão). Para as importações, o mesmo aconteceu com a média em outubro deste ano (US$ 913,8 milhões), somente sendo superada pela do ano passado (US$ 989,1 milhões).
A corrente de comércio foi, da mesma forma, em outubro, a segunda maior este ano (US$ 41,870 bilhões), superada pelo resultado de 2011 (US$ 41,921 bilhões). No mês, o saldo comercial foi superavitário em US$ 1,662 bilhão, mantendo-se a trajetória positiva verificada desde fevereiro deste ano.
Levando em consideração o acumulado no ano de janeiro a outubro, as exportações alcançam o segundo maior valor, (US$ 202,4 bilhões), com retração de 4,6% em comparação com o mesmo período do ano passado. Essa redução foi mais influenciada pela queda nas vendas de produtos básicos (-7,3%) e semimanufaturados (-9,2%), e, em certa medida, foi amortecida pela retração menor nas exportações de bens manufaturados (-2%).
As importações, no período, (US$ 185,0 bilhões) também tiveram diminuição de 0,9% no mesmo comparativo. O saldo comercial positivo no ano chega a US$ 17,4 bilhões e a corrente de comércio soma US$ 387,3 bilhões.
Fonte:MDIC
Publicado no Export News
“Esse dado é especialmente relevante em um cenário de crise e de retração de mercados importantes para o Brasil, em que as exportações brasileiras encontram dificuldades. De maneira que, na nossa avaliação, esse dado merece destaque”, considerou a secretária.
As vendas mensais dos bens industrializados foram de US$ 12 bilhões, valor que supera as exportações desses produtos em outubro de 2011 (US$ 10,7 bilhões). Nas vendas de produtos manufaturados (US$ 8,6 bilhões), a quantia de outubro é a maior desde 2008 (US$ 7,9 bilhões). Nos semimanufaturados (US$ 3,5 bilhões), o valor ultrapassa os embarques de 2011 (US$ 3 bilhões).
Na comparação entre outubro deste ano e outubro do ano passado, houve crescimento tanto nas vendas de manufaturados (0,9%) e de semimanufaturados (4,5%). Já os embarques de produtos básicos, que somaram US$ 21,8 bilhões, tiveram queda de 23,1%.
Em relação ainda aos resultados de outubro, foi verificada a segunda maior média diária de exportações para os meses, em 2012 (US$ 989,4 milhões), inferior apenas à registrada em 2011 (US$ 1,107 bilhão). Para as importações, o mesmo aconteceu com a média em outubro deste ano (US$ 913,8 milhões), somente sendo superada pela do ano passado (US$ 989,1 milhões).
A corrente de comércio foi, da mesma forma, em outubro, a segunda maior este ano (US$ 41,870 bilhões), superada pelo resultado de 2011 (US$ 41,921 bilhões). No mês, o saldo comercial foi superavitário em US$ 1,662 bilhão, mantendo-se a trajetória positiva verificada desde fevereiro deste ano.
Levando em consideração o acumulado no ano de janeiro a outubro, as exportações alcançam o segundo maior valor, (US$ 202,4 bilhões), com retração de 4,6% em comparação com o mesmo período do ano passado. Essa redução foi mais influenciada pela queda nas vendas de produtos básicos (-7,3%) e semimanufaturados (-9,2%), e, em certa medida, foi amortecida pela retração menor nas exportações de bens manufaturados (-2%).
As importações, no período, (US$ 185,0 bilhões) também tiveram diminuição de 0,9% no mesmo comparativo. O saldo comercial positivo no ano chega a US$ 17,4 bilhões e a corrente de comércio soma US$ 387,3 bilhões.
Fonte:MDIC
Publicado no Export News
Missão argentina vem ao Brasil discutir comércio de produtos farmacêuticos e hospitalares
Autoridades do Brasil e da Argentina se reúnem no próximo dia 8 para ampliar as negociações comerciais nas áreas de biotecnologia, produtos farmacêuticos, cosméticos e equipamentos sanitários e hospitalares.
A missão comercial argentina é liderada pela ministra do Comércio Exterior, Beatriz Paglieri, e pelo secretário do Comércio, Guillermo Moreno. Eles desembarcam em Brasília na próxima semana com 64 empresários para discutir o assunto.
Em comunicado, a Secretaria de Comércio Interno informou que várias reuniões têm sido realizadas com representantes dos setores dos dois países a partir de gestões do Ministério das Relações Exteriores da Argentina.
No Brasil, o assunto é acompanhado pelos ministérios do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior e de Relações Exteriores, o Itamaraty.
Na nota divulgada pelo governo argentino, foi informada a participação nas reuniões de representantes das indústrias Pfizer, Adox, Bayer, Sidus, Abbott, Bago, Themis Lostalo, Andrômaco e Boehringer, entre outros.
Agência Brasil.
A missão comercial argentina é liderada pela ministra do Comércio Exterior, Beatriz Paglieri, e pelo secretário do Comércio, Guillermo Moreno. Eles desembarcam em Brasília na próxima semana com 64 empresários para discutir o assunto.
Em comunicado, a Secretaria de Comércio Interno informou que várias reuniões têm sido realizadas com representantes dos setores dos dois países a partir de gestões do Ministério das Relações Exteriores da Argentina.
No Brasil, o assunto é acompanhado pelos ministérios do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior e de Relações Exteriores, o Itamaraty.
Na nota divulgada pelo governo argentino, foi informada a participação nas reuniões de representantes das indústrias Pfizer, Adox, Bayer, Sidus, Abbott, Bago, Themis Lostalo, Andrômaco e Boehringer, entre outros.
Agência Brasil.
Dilma comandará reunião com Chávez, Mujica e Cristina Kirchner em Brasília
A presidenta Dilma Rousseff deverá comandar no dia 7 de dezembro a Cúpula dos Chefes de Estado do Mercosul, em Brasília. Participarão os presidentes Hugo Chávez (Venezuela), José Pepe Mujica (Uruguai) e Cristina Kirchner (Argentina). O Paraguai, ainda suspenso do bloco, não participará.
Com o ingresso da Venezuela, o Mercosul passou a contar com 270 milhões de habitantes, o equivalente a 70% da população da América do Sul, e a ter o Produto Interno Bruto (PIB) a preços correntes de US$ 3,3 trilhões.
No encontro, será celebrada a conclusão dos procedimentos técnicos, como a nomenclatura, para a Venezuela preencher todas as condições para manter o intercâmbio comercial no grupo. Ontem (1º), em Caracas, depois de se reunir com o ministro das Relações Exteriores, Antonio Patriota, Chávez demonstrou entusiasmo com as previsões de crescimento econômico não só da Venezuela, mas também do Mercosul como um todo.
Chávez disse que há indicações de que a taxa de crescimento na Venezuela deverá ficar acima de 5%. O presidente lembrou que a inflação em outubro deste ano foi menor do que a de setembro. Segundo ele, o nível da dívida interna e externa da Venezuela é um dos mais baixos entre os países do Mercosul.
A Venezuela é um dos principais parceiros comerciais do Brasil na América do Sul. Em 2011, o intercâmbio comercial registrou a cifra recorde de US$ 5,86 bilhões. Desde 2003, o comércio bilateral quintuplicou, sendo o Brasil o terceiro principal exportador para a Venezuela.
A adesão do país vizinho ao bloco transformou a área total do Mercosul em um território de 12,7 milhões de quilômetros quadrados, o equivalente a 72% da área da América do Sul, estendendo-se da Patagônia ao Caribe e se consolidando como potência energética global, segundo o Itamaraty.
Publicado no Exponews
Com homenagem a Santa Catarina, prossegue em Brasília o 5º Salão Internacional do Artesanato
O 5º Salão Internacional do Artesanato prossegue, no Pavilhão do Parque da Cidade, em Brasília, diariamente, das 11h às 22h, até o dia 4 de novembro, trazendo produção artesanal de todas as regiões do Brasil e de outros países.
O Salão do Artesanato é realizado com a participação do Programa do Artesanato Brasileiro (PAB) e em parceria com embaixadas, o que viabiliza uma grande variedade de trabalhos manuais em exposição.
A principal finalidade da mostra é difundir e impulsionar o artesanato a partir do intercâmbio de culturas e experiências, bem como a geração de renda para o artesão por meio de novas oportunidades de negócios.
O PAB é vinculado ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) e atua na elaboração de políticas públicas visando o desenvolvimento do artesanato brasileiro. Suas inciativas envolvem órgãos federais, estaduais e municipais, além de entidades privadas ligadas ao setor.
Esta edição da mostra homenageia o estado de Santa Catarina e conta com a participação de 150 expositores de 21 estados e 15 países, segundo a organização do Salão. São esperadas cerca de 90 mil pessoas nos cinco dias do evento.
Atrações
A programação é diversificada, oferecendo diversas opções de entretenimento para o público que visitar a ExpoBrasília: oficinas gratuitas de artesanato, palestras, cursos de gastronomia típica e apresentações de grupos folclóricos e artistas locais fazem parte da agenda. A banda paulistana Funk Como Le Gusta, que mistura black music com ritmos latinos, samba-rock e toques eletrônicos se apresenta dia 1º. No dia 2, o MPB é representado pela cantora Luiza Possi. Ambos os shows começam às 21h.
O estande do PAB oferece a oficina “Saber Fazer”, dedicada à tecelagem, onde os visitantes podem conhecer o funcionamento de alguns equipamentos e o processo produtivo desta atividade. “Estamos promovendo esta demonstração, trazendo os mestres artesãos do tear, para expor este trabalho, permitir que as pessoas conheçam mais sobre a atividade e possam participar diretamente da mostra”, diz Maria Helena Atrasas, Coordenadora-Geral de Micro, Pequena e Média Empresa Industrial e Artesanal do MDIC.
Existe também um espaço destinado a comidas típicas regionais e a de peças artesanais reconhecidas como de excelência pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco). “Ressaltamos a importância de termos produções desse nível em exposição. O público de Brasília gosta de artesanato, mas há uma carência de espaços para conhecer e adquirir esse tipo de produto na cidade”, lembra Maria Helena.
No estande de Santa Catarina, a expectativa é de boa visibilidade. “Quando você é homenageado, vira destaque e tem que mostrar o seu melhor”, avalia Luiz Carlos Teixeira, técnico do Programa de Desenvolvimento do Artesanato Catarinense (Procart). “Santa Catarina possui uma grande diversidade étnica e produção artesanal variada, muita coisa boa para ser vista”, explicou Teixeira, entre objetos feitos de fios e tecidos, fibras naturais, escamas de peixe, folhas secas, cascas de ostras e vidros, além de alimentos e outras mercadorias.
Outra participação relevante é a da Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa), com mais de dez expositores da Amazônia com diversos produtos exclusivos da Região Norte do país: cremes, hidratantes, buchas vegetais, sabonetes, biojoias, frutos da terra e complementos alimentares, entre outros, estão disponíveis.
A entrada é franca até as 16h. Após este horário, o ingresso custa R$ 12. Estudantes, professores, idosos (mediante apresentação de carteirinha) e crianças de 7 a 12 anos pagam meia-entrada. O acesso é gratuito para cadeirantes (acompanhantes pagam), crianças de até 7 anos de idade e servidores, funcionários ou colaboradores do MDIC.
Fonte: MDIC.
Publicado no Export News
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