quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Vem aí o carro super econômico da Audi: 100 km com 1 litro de combustível

audicrosslane
 
A Audi, fabricante automobilística alemã, está desenvolvendo um novo carro super econômico.
 
Segundo a montadora ele poderá fazer 100 quilômetros com apenas 1 litro de combustível.
 
O automóvel, baseado na necessidade de economizar dos consumidores, deverá chegar ao mercado dentro de três anos. 
 
Wolfgang Durheimer, responsável pelo desenvolvimento técnico da marca, disse ao portal britânico Autocar, que este novo veículo, de quatro lugares, vai basear-se na plataforma atual do Audi A1, e prometeu um preço "acessível".  

O carro, com motor a gasolina vai ter "todo o conforto de um carro convencional, incluindo ar condicionado".
 
Quanto ao design, deverá ser inspirado no Audi Crosslane Coupé Concept (foto acima).
 
 

Video: Obras Incríveis - Airbus A380 - O Gigante do Céu

 

 O maior avião de passageiros do mundo já está sendo construído e deverá entrar em operação em 2006. A aeronave pode pesar até 560 mil quilos e tem capacidade para transportar 850 passageiros em dois pavimentos inteiros. Se tornando o maior avião de passageiros comercial que o mundo já viu, tirando o rei Boeing 747-800 do trono.



Vídeo produzido e divulgado por National Geographic Channel, todo seus direitos reservados

Categoria:

Licença:

Licença padrão do YouTube

Video: Expansão do Porto de Roterdã





Consulado britânico discute situação dos portos brasileiros


Pelos portos brasileiros passam mais de 80% das mercadorias importadas e exportadas pelo país. Por isso, investir no setor é uma prioridade em curso no Brasil. Reunindo os principais players do setor portuário brasileiro para discutir os desafios e oportunidades para desenvolvimento do mercado, o Consulado Britânico/UK Trade & Investment, em parceria com a Port Finance International, realiza nos dias 11 e 12 de dezembro, o PFI Brazil 2012 – Desbloqueando limites e investigando oportunidades.

O encontro tem como objetivo fornecer aos participantes a oportunidade de ouvir especialistas da indústria, aprender e discutir sobre os planos de desenvolvimento, identificar riscos e potenciais parceiros de negócio, além de estabelecer um vasto network com quem realmente faz a diferença nesse mercado, em temas como Mercado, Perspectiva e Oportunidades no Portos Brasileiros, Investimento e Planejamento Portuário.


Entre os palestrantes confirmados estão: John Doddrell, cônsul-geral da Inglaterra no Brasil e diretor do UK Trade & Investment (UKTI), Leonardo Cerquinhom, coordenador de desenvolvimento de negócios do complexo industrial-portuário de Suape, Eliot Lees, vice-presidente do ICF SH&E; Jose Luiz Canejo, diretor da Log & Port - Consultoria e Logística, entre outros.

Fonte: Revista Porto S.A.

 

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Volkswagen do Brasil exporta 3.000.000º veículo


A Volkswagen do Brasil acaba de registrar o marco histórico de 3 milhões de veículos exportados (automóveis e comerciais leves) desde 1970, quando tiveram início as vendas da marca para o Exterior. O 3.000.000º modelo VW exportado foi um Novo Gol, que embarcou no Porto de Santos (SP) rumo à Argentina.

Números - Atualmente, a Volkswagen do Brasil exporta para cerca de 20 países da América Latina, sendo Argentina e México os principais mercados, respondendo por 64% e 22% do total, respectivamente, além de Chile, Peru, Paraguai, Uruguai, Bolívia, Colômbia, Equador entre outros. No entanto, ao longo de mais de 40 anos de vendas ao exterior, a montadora já exportou seus modelos para 147 países, nos cinco continentes.


O líder de exportações da VW é o Gol, também o modelo mais exportado da história da indústria automobilística brasileira, com 1.121.215 unidades enviadas para 66 países até outubro. O vice-líder é o Fox, totalizando 425.016 unidades vendidas para 62 países; seguido pelo Voyage, com 328.679 unidades para 58 países.

Em meio a desaceleração, Brasil se fecha em 'modelo chinês', diz jornal


A desaceleração econômica iniciada no ano passado levou o governo brasileiro a fechar seu mercado e buscar inspiração na China, segundo avaliação de reportagem publicada na edição desta terça-feira do diário americano The Washington Post.

De acordo com o jornal, medidas tomadas nos últimos meses, como o aumento de tarifas de importação de peças automotivas, geram preocupação no governo americano com o crescente protecionismo brasileiro.


"A desaceleração econômica e a resposta do governo a isso são uma crescente preocupação entre autoridades americanas, temerosas de que o Brasil possa estar adotando um novo rumo agressivo - se afastando do caminho que os Estados Unidos defenderam com sucesso para o México, a Colômbia e outras nações latino-americanas, e em direção ao capitalismo dirigido pelo Estado que os Estados Unidos vêm lutando para mudar na China", afirma a reportagem.



"Enquanto a economia global luta por políticas comuns que possam estimular uma recuperação ainda incipiente, o impulso na direção do protecionismo por um influente país em desenvolvimento é visto em Washington como um retrocesso", diz o texto.

O diário observa que o governo brasileiro argumenta que as medidas são uma proteção temporária para ajudar o país a enfrentar a concorrência da mão de obra barata da China e do crédito barato gerado pela política de relaxamento monetário do banco central dos Estados Unidos.

'Posição desonrosa'

A reportagem comenta que a voz do Brasil sobre questões econômicas e de comércio global vem ganhando força, pelo fato de o país ter tirado uma grande parcela da população da pobreza, além de ter grandes reservas de recursos naturais e de ter alcançado o posto de sexta maior economia mundial.
Apesar disso, observa o jornal, o revés econômico recente "obscureceu a teoria aceita de que as economias emergentes poderiam sozinhas manter o sistema global estável e crescendo" num momento em que os países desenvolvidos enfrentam graves crises.

"As autoridades e as empresas americanas vêm defendendo laços americanos mais profundos com nações como a China e o Brasil com a expectativa de que, mesmo que a capacidade industrial e os empregos sejam transferidos para esses locais, seu crescimento e sucesso beneficiariam os Estados Unidos - uma estratégia que presume que esses mercados se abram de maneira constante", diz o jornal.


Para a reportagem, apesar do "milagre" econômico da última década, com o controle da inflação e das contas públicas e da elevação de 35 milhões de pessoas à classe média, o Brasil ainda não conseguiu desenvolver sua indústria a ponto de deixar de depender de seus recursos naturais e do consumo interno para crescer.


O Washington Post conclui afirmando que "a situação deixa um ambiente econômico complicado" e observa que um recente estudo do Banco Mundial colocou o país como 130º entre 185 países em um ranking sobre facilidade para fazer negócios. Para o jornal, "uma posição desonrosa para um país que tenta se apresentar como um modelo global".


Publicado no Uol

APEX-BRASIL E INP ASSINARAM CONVÊNIO PARA PROMOÇÃO DOS PRODUTOS DE PLÁSTICO


A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) e o Instituto Nacional do Plástico (INP) realizaram, na sexta-feira, 30, em São Paulo (SP), o Seminário Apex-Brasil: Exportar é Inovar e assinaram convênio para o desenvolvimento de ações do Projeto Export Plastic.

O Projeto é uma parceria da Apex-Brasil com o INP desde 2003 e tem por objetivo aumentar as exportações da indústria do plástico principalmente nos seguintes mercados-alvo: Estados Unidos, África do Sul, Angola, Rússia, Panamá, México, Costa Rica, Espanha, Canadá, Holanda, França, Alemanha, Ucrânia, Inglaterra, Portugal, Polônia e Itália.

"A parceria da Apex-Brasil com o INP tem possibilitado que novas empresas do setor se insiram no mercado internacional e que as que já exportam ampliem os mercados onde atuam. As ações promovidas pelo Projeto (promoção comercial, inteligência competitiva e capacitação das empresas, dentre outras) têm proporcionado excelentes oportunidades de negócios para as empresas participantes, incentivam o desenvolvimento da cultura exportadora no setor e reforçam o posicionamento do Brasil no mercado internacional", afirmou o diretor de Negócios da Apex-Brasil, Rogério Bellini.

O convênio, que terá vigência até maio de 2014, atende atualmente 85 empresas e prevê, dentre outras ações, a participação em feiras internacionais e missões comerciais e prospectivas. Em 2012, as empresas do Projeto participaram de importantes feiras, como Expopack (México), Fachpack (Alemanha), Equip Hotel (França), Colombiaplast (Colômbia) e PackExpo (EUA).

Em 2011, as empresas participantes do Projeto Export Plastic exportaram US$ 221,651 milhões. De janeiro a outubro deste ano, as empresas totalizaram US$ 145,894 milhões de exportações.

No Seminário Apex-Brasil: Exportar é Inovar, também foram apresentados temas de interesse do setor, com destaque para a internacionalização das empresas participantes do Projeto, além de produtos e serviços disponibilizados pela Apex-Brasil e pelo INP para auxiliar as empresas a conquistar ou ampliar sua inserção no mercado internacional.

Fonte: Apex-Brasil