segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Porto Sem Papel integra dados de importação e exportação


Porto Sem Papel foi criado para diminuir a burocracia nos terminais portuários brasileiros. Foto: Shutterstock

 Porto Sem Papel foi criado para diminuir a burocracia nos terminais portuários brasileiros Foto: Shutterstock




Trabalhar com importação ou exportação no Brasil é tarefa difícil. Especialistas afirmam que os processos são burocráticos e que o País está longe de ser uma referência em práticas de comércio exterior. Mas iniciativas do governo têm buscado tornar as etapas mais dinâmicas. Depois da implantação do bem-sucedido Sistema Integrado de Comércio Exterior (Siscomex), ainda na década de 1990, o Porto Sem Papel tem o objetivo de reunir na mesma plataforma órgãos intervenientes do sistema portuário.

A implantação começou em abril de 2010, com o sistema concentrador de dados, que, segundo a Secretaria Especial dos Portos (SEP), integra informações de interesse dos agentes de navegação e dos diversos órgãos públicos que operam e gerenciam as estadias de embarcações nos portos marítimos brasileiros. Para o professor do Curso Superior de Tecnologia em Gestão Portuária da Universidade do Vale do Itajaí (Univali) Luciano Angel Rodriguez, se bem executada, a proposta deve diminuir a burocracia nos processos de importação e exportação. "Temos muitas entidades envolvidas em operações desse tipo, todas elas com papel de controle e fiscalização, mas elas não interagem entre si", diz. O especialista explica que, principalmente na importação, a necessidade de recolher autorizações de várias instituições acaba alongando o tempo entre o embarque da carga no exterior e sua chegada ao destinatário.

Conforme a SEP, órgãos anuentes que sempre interferem na operação portuária devem estar reunidos na plataforma: autoridade portuária do local, Capitania dos Portos, Alfândega, Polícia Federal, Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) e demais órgãos intervenientes. O objetivo principal do projeto é padronizar informações que envolvem os processos de importação, exportação e cabotagem, reunindo declarações, anuências eletrônicas para estadia das embarcações e documentos como certificados de origem e faturas. "Hoje, é preciso fazer esse serviço separadamente, levando dado por dado a cada órgão. Com a iniciativa, tudo estaria no mesmo lugar", explica Rodriguez.

A previsão inicial era de que a implantação começasse no porto de Santos, ainda em 2010, seguido dos portos de Vitória e do Rio de Janeiro. A implantação teria continuidade de 2011 a 2012 em outros 23 portos: Itaguaí, Barra do Riacho, Salvador, Aratu, Ilhéus, Natal, Areia Branca, Maceió, Fortaleza, Vila do Conde, Belém, Santarém, Itajaí, Manaus, Rio Grande, Paranaguá, São Sebastião, Recife, Itaqui, Suape, Imbituba, São Francisco do Sul e Pecem. Mas Rodriguez, que também é especialista em Gestão Aduaneira e Portuária e atua no porto de Itajaí, diz que o trabalho ainda não foi concluído. O professor acredita que, ainda que o sistema esteja disponível, falte treinamento para que a plataforma possa ser operada pelos servidores com segurança. "Aqui em Itajaí, é difícil encontrar alguém que realmente saiba usar o Porto Sem Papel. Na época do Siscomex, a ferramenta foi apresentada aos futuros usuários, que aprenderam a utilizá-la. O projeto ainda não foi completamente implantado", diz.
Cartola - Agência de Conteúdo - Especial para o Terra

Camex abre prazo para recebimento de pedidos de alterações temporárias do Imposto de Importação

Brasília (14 de novembro) - Foi publicada hoje, no Diário Oficial da União (DOU), a Resolução Camex nº 80, que dispõe sobre o Grupo Técnico sobre Alterações Temporárias da Tarifa Externa Comum do Mercosul (GTAT-TEC). A resolução foi aprovada na reunião desta terça-feira (13/11) do Conselho de Ministros da Câmara de Comércio Exterior (Camex), presidida pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC).
A  Resolução Camex n° 80 estabelece que a lista de elevações temporárias do Imposto de Importação - relativa à Decisão  25/12 do Conselho Mercado Comum do Mercosul (CMC) – também será objeto de análise do GTAT-TEC e promove ajustes ao modelo de formulário que deve ser apresentado pelo setor privado.
A Decisão CMC nº 25/12, aprovada em reunião do Conselho Mercado Comum do Mercosul, em junho deste ano, amplia de cem para duzentos códigos da Nomenclatura Comum do Mercosul (NCM) a lista de produtos que poderão ter elevação temporária do Imposto de Importação por razões de desequilíbrios comerciais derivados da conjuntura econômica internacional, até dezembro de 2014. A Secretaria-Executiva da Camex lembra que o Brasil não terá, obrigatoriamente, que elaborar uma lista com mais cem produtos com aumento de imposto. A alíquota poderá ser majorada para até cem itens adicionais.
É importante lembrar, também, que a Decisão CMC nº 25/12 não está em vigor, já que necessita ser incorporada às legislações nacionais dos países membros do Mercosul, para então vigorar, passados trinta dias da comunicação por parte da Secretaria do Mercosul.
Como enviar os pedidos
Assim, com a publicação da Resolução Camex n° 80, a Secretaria-Executiva da Camex abre prazo para recebimento de pleitos do setor privado, relacionados à Decisão CMC nº 25/12 e também à revisão da Lista de Exceções à Tarifa Externa Comum do Mercosul (Letec).  Os processos serão realizados paralelamente para evitar a duplicidade de solicitações e otimizar os trabalhos do GTAT-TEC.
A Secretaria-Executiva da Camex ressalta, ainda, que os pedidos apresentados deverão estar em conformidade com os anexos da Resolução Camex nº 80, de 2012, no que diz respeito ao formulário básico indicado abaixo, de modo que os pleitos já enviados e não contemplados na lista da Decisão nº 39/11 poderão ser reapresentados, desde que adaptados ao novo modelo.
Os pleitos deverão ser endereçados, até o dia 14 de janeiro de 2013, à Secretaria-Executiva da Camex e protocolizados, em uma via impressa e outra magnética (CD-ROM contendo arquivo em formato de editor de texto), para: Protocolo Geral do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Esplanada dos Ministérios, Bloco J, Térreo, Brasília, DF, CEP 70053-900.
Mais informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação Social do MDIC
(61) 2027-7190 e 2027-7198
ascom@mdic.gov.br

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Porto de Santos bate novo recorde e amplia liderança na balança comercial

Operação de cargas em Santos alcança sua maior marca para novembro

O Porto de Santos registrou em novembro a maior movimentação já verificada para esse mês, apontando crescimento de 18,3% em comparação ao realizado em novembro de 2011. Com total de 8,950 milhões de toneladas, o bom desempenho deveu-se, principalmente, à forte demanda de exportação que atingiu elevado incremento de 30,2% no mensal, enquanto as importações mais uma vez registraram redução, com 2,7% de variação.

Os números do mês contribuíram para ampliar o índice de crescimento do total acumulado para 7,2%, projetando o fechamento de 2012 com 103,274 milhões de toneladas. As exportações, com 68,86% de participação, atingiram aumento de 13,7% no período, compensando as recorrentes quedas do total importado, que fechou os onze meses com 4,8% a menor em relação ao ano anterior.

O açúcar foi a carga de maior movimentação, representando quase 20% do total mensal e de 16% no acumulado. No mês, o açúcar registrou crescimento de 33,6%, atingindo 15,433 milhões de toneladas. Dentre os principais produtos de exportação, o milho atingiu o maior índice de crescimento com variação de 377,8% no mês e de 96,9% no acumulado que já alcançou 8,508 milhões de toneladas.

Quanto às importações, dentre os principais produtos, o destaque positivo foi o minério de ferro que acusou alta de 28,7% no acumulado do ano, com a expressiva marca de 1,080 milhão de toneladas descarregadas.

As operações com contêineres mantiveram a tendência de crescimento com a marca de 6,5% de variação no acumulado, registrando o total de 2,895 milhões teu, respondendo por 30,426 milhões de toneladas, o que representa quase 32% de toda movimentação.
As atracações de navios chegaram a 5.108, registrando redução de 4,1%, o que representa um aumento de 9,92% na consignação média da carga (média da tonelagem transportada por embarcação), um dos reflexos da maior profundidade do canal de navegação.

Na balança comercial, o Porto de Santos se destaca com crescimento de 2,58% no total movimentado com o mercado externo, alcançando a marca de US$ 111,3 bilhões até novembro, além de ampliar sua participação de 24,6% para 26%, ocupando a liderança cada vez mais isolada dentre os demais portos e modais no país. O forte desempenho de Santos é ainda mais significativo quando se verifica redução de 3,01% do total nacional da balança comercial.

Publicado no Guia Maritimo

Portos do Paraná fecharam 2012 com 44 milhões de toneladas movimentadas

Pátio de triagem de Paranaguá registrou alta de 20% no número de caminhões recebidos



Os portos de Paranaguá e Antonina fecharam 2012 com 44 milhões de toneladas movimentadas. Este é o maior volume de cargas registrado na história dos portos e corresponde a um aumento de 8% em relação à movimentação de 2011.

Diversos fatores contribuíram para atingir esta marca, como a safra recorde de grãos, a alta na movimentação de milho e açúcar e a valorização do dólar. “Adotamos uma série de medidas de gestão que permitiram atingir estes números. No caso dos grãos, por exemplo, fizemos algumas adequações na forma de programação dos navios e das cargas que provocaram ajustes logísticos que deram mais agilidade ao atendimento em todo o sistema de carregamento. Isso permitiu que atendêssemos o escoamento de uma safra e de uma safrinha recordes, minimizando os entraves”, explica Luiz Henrique Dividino, superintendente da Appa.

O Corredor de Exportação do Porto de Paranaguá fechou 2012 também com a maior movimentação da história: 16 milhões de toneladas. O recorde anterior, 14 milhões de toneladas, era de 2011.

Em consequência à alta na movimentação dos grãos, o recebimento de caminhões carregados com o produto também cresceu: o pátio de triagem do Porto de Paranaguá recebeu, em 2012, 353 mil caminhões, contra 293 mil em 2011 – um aumento de 20%. Os números também mostram que cresceu a participação da carga proveniente de outros estados e que são movimentadas em Paranaguá.

Publicado no Guia Maritimo

Desaceleração na Argentina reduz exportações brasileiras em 20%

 Divulgação/Sxc

Foto: Divulgação/Sxc
Setor de máquinas agrícolas foi um dos mais prejudicados
 
 
A desaceleração da economia na Argentina fez as exportações brasileiras ao país caírem 20,7% em 2012, segundo consultorias econômicas de Buenos Aires. Entre os setores mais afetados estão os de autopeças, máquinas agrícolas e eletrônicos.

Em 2012, quando a economia argentina cresceu menos de 2%, Buenos Aires importou US$ 18 bilhões em mercadorias do Brasil. O ano anterior, o montante havia sido de US$ 22,7 bilhões, segundo o economista argentino Maurício Claveri, da consultoria Abeceb.

— A partir de abril (de 2012) passou a ocorrer uma demanda menor argentina. Desde então, surgiu uma mistura de efeitos no fluxo do comércio do Brasil para a Argentina, que incluiu esta menor demanda, provocada pelo menor crescimento do país, e os reflexos das barreiras comerciais (impostas pelo governo argentino) — disse Claveri.

No mesmo período, o Brasil importou US$ 16,4 bilhões em produtos argentinos – uma diminuição de 2,7% em relação ao ano anterior. A queda na importação de produtos brasileiros fez o déficit comercial da Argentina com o Brasil cair em 2012 para US$ 1,5 bilhão – o que significa uma redução de 73%.

O comércio entre os dois países caiu de US$ 39,6 bilhões em 2011 para US$ 34,4 bilhões no ano passado. Para o economista Matías Carugati, da consultoria Management & Fit, "o maior crescimento argentino sempre resultou em maior importação".

— O menor crescimento argentino significa consequências negativas para a economia brasileira.

Carugati ressaltou que a Argentina é o terceiro sócio comercial do Brasil – depois da China e dos Estados Unidos – e "cada ponto a menos de crescimento argentino significa muitos milhões de dólares a menos no comércio exterior".

O economista disse que as barreiras comerciais aplicadas pelo governo da presidenta Cristina Kirchner afetaram "mais o Brasil do que outros países" e contribuíram para reduzir as exportações brasileiras para o mercado vizinho.

Claverí e Carugati disseram que o Brasil acumula três meses de déficit na balança comercial com a Argentina, mas esse quadro pode começar a mudar a partir de março ou abril deste ano.

— A expectativa é que o crescimento econômico argentino fique entre 3% e 5% em 2013. Com isso, as importações devem aumentar, mas o efeito positivo nas importações de produtos brasileiros dependerá de se a Argentina continuará discriminando ou não o país vizinho com as barreiras comerciais — disse Carugati.

A consultoria Ecolatina, de Buenos Aires, citou um estudo do Fundo Monetário Internacional (FMI) no qual "por cada ponto percentual de queda do Produto Interno Bruto [PIB] do Brasil, o crescimento da Argentina seria afetado em até 0,25%". Mas para analistas, a Argentina terá pela frente "desafios próprios", independentes da saúde da economia brasileira. Um deles é a inflação, estimada em cerca de 10%, pelo Instituto Nacional de Estatísticas e Censos (Indec) e em 25% por consultorias privadas.

Há ainda questões como a brusca queda na venda de imóveis, que em novembro registrou retração de 43,5% na comparação com o mesmo mês de 2011. Neste caso, os especialistas atribuem o fato ao controle cambial, que teria tido influência sobre as operações feitas tradicionalmente em dólares e não na moeda local, o peso.

Outros efeitos de medidas locais teriam sido a redução no número de argentinos que viajaram para as tradicionais férias de verão ou que diminuíram a quantidade de dias de descanso nesta temporada, seja pela inflação ou pelo controle cambial – que limita a compra de moedas estrangeiras, entre elas o real, e provoca altas no preço da moeda brasileira no mercado paralelo.


 

Exportação global de café atinge 9,2 milhões de sacas em novembro

No acumulado de janeiro a novembro de 2012, exportações somaram 66,75 milhões de saca, na comparação com os 67,45 milhões do mesmo período de 2011

Divulgação/ SXC
Foto: Divulgação/ SXC
 
Os embarques de café durante os dois primeiros meses do ciclo 2012/2013 cresceram 21,2%
As exportações globais de café atingiram 9,21 milhões de sacas de 60 quilos em novembro de 2012, ante 7,88 milhões de sacas no mesmo mês em 2011, informou na sexta, dia 4, a Organização Internacional do Café (OIC). Os embarques durante os dois primeiros meses do ciclo 2012/2013 cresceram 21,2%, para 18,73 milhões de sacas, frente aos 15,45 milhões de sacas no mesmo período da temporada anterior, acrescentou a instituição.

Durante o acumulado de 12 meses até novembro de 2012, as exportações somaram 66,75 milhões de sacas, na comparação com os 67,45 milhões de sacas no ano anterior. Os embarques de café robusta totalizaram 45,93 milhões de sacas no período de um ano até novembro de 2012, frente a 37,19 milhões de sacas no mesmo acumulado de 2011. 

Portos paranaenses se preparam para nova safra recorde de soja

Em 2013, o Estado deve colher cerca de 15,27 milhões de toneladas de soja, de uma área plantada que chega a 4,63 milhões de hectares

 Portos paranaenses se preparam para atender demanda intensa em 2013

Com previsão de novo recorde na safra de grãos, os portos do Paraná se preparam para atender a demanda que, em 2013, deve ser intensa já a partir de janeiro. Com os terminais que atuam no Corredor de Exportação do Porto de Paranaguá, a Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa) está adotando medidas para que a safra escoe com segurança e tranquilidade.                                                                                  

Entre as ações está a campanha de orientação dos caminhoneiros quanto às novas rotas para a descarga. 

– As novas rotas começaram a valer em dezembro, mas é preciso reforçar. Por isso, vamos distribuir os mapas nas praças de pedágio e lembrar, por meio de outdoors, que se todos fizerem sua parte não teremos problemas durante a safra. Sem filas garantimos o bom fluxo dos grãos e reduzimos a espera, tanto em terra quanto no mar – afirma o superintendente da Appa, Luiz Henrique Dividino.

Segundo Dividino, sem folga entre a safra de 2012 e a próxima, as medidas administrativas são essenciais. 

– Ainda estamos escoando a super safra de milho e já pensando no recorde da próxima safra de soja. Sem intervalo, vamos mantendo o diálogo e nos alinhando com os operadores para que todo o processo funcione bem – afirma.

Segundo dados divulgados pela Secretaria de Estado de Agricultura e Abastecimento (Seab), o Paraná deve colher cerca de 15,27 milhões de toneladas de soja nesta safra. A área plantada é de 4,63 milhões de hectares. A colheita se inicia entre o final de janeiro e o início de fevereiro, tendo o pico de safra nos meses de março e abril. Até agora, cerca de 35% dessa safra já foi comercializada. No mesmo período, em 2011, o percentual negociado antecipadamente era de 23%.

– O atual cenário é positivo para a soja. Os baixos estoques mundiais garantem preços firmes no médio prazo. O que deve garantir bom retorno financeiro aos produtores paranaenses – comenta o agrônomo da Seab, Marcelo Garrido Moreira.

Desempenho dos operadores em 2012
A Cotriguaçu é uma das empresas que mais exportou grãos pelo Corredor de Exportação do Porto de Paranaguá em 2012. O ano deve somar um movimento em torno de 2,7 milhões de toneladas de soja, farelo e milho. Para 2013, a expectativa é de continuar quebrando recordes. 

– Com maior área plantada, com uma boa evolução da semente e com a demanda internacional aquecida, principalmente devido à quebra na safra norte-americana em 2012, o Brasil está cotado a ser o grande exportador de grãos. Temos que nos preparar para isso – afirma o gerente Rodrigo Buffara Coelho.

Segundo ele, o começo de 2013 terá uma situação bastante atípica no escoamento de grãos no Porto de Paranaguá. 

– Temos bastante milho programado para janeiro e já temos soja, de Mato Grosso, para o final do mês. O porto e os terminais vão trabalhar direto, sem parar. Mas o importante é que estamos conseguindo manter o escoamento e a produtividade em bom ritmo – garante. 

Assim como a Cotriguaçu, a Interalli – outro importante operador de grãos do Porto de Paranaguá – espera um crescimento de até 20% no volume a ser movimentado, a partir de janeiro de 2013. A previsão é feita segundo os contratos já fechados. De acordo com o departamento comercial da empresa, a exportação da soja deve começar forte a partir dos primeiros dias de fevereiro. Assim deve seguir até junho, dando espaço ao volume de milho que também deve ser grande. A empresa deve fechar 2012 com uma movimentação em torno de 2,3 milhões de toneladas dos dois grãos.

Publicado no Rural BR