sexta-feira, 5 de abril de 2013
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quinta-feira, 4 de abril de 2013
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Aliança investe em Terminal Retroportuário em Itapoá
Investimento total será de R$ 27 milhões. Previsão é de que a primeira fase entre em operação em meados de junho de 2013
Para atender às necessidades do mercado com uma ênfase maior no negócio terrestre, a Aliança Navegação e Logística conta com uma nova empresa, a ATM (Aliança Transporte Multimodal), que iniciará as atividades com a abertura de um terminal retroportuário localizado a 4 quilômetros do Porto Itapoá, em Santa Catarina.
Com investimento de R$ 27 milhões, a primeira fase, que será destinada apenas para contêineres vazios, começará a operar em meados de junho de 2013. Em uma área construída de 66 mil metros quadrados, o terminal retroportuário terá capacidade operacional para 7 mil TEUs, sendo aproximadamente 900 TEUs para carga refrigerada. A previsão da ATM Logística é de que o local esteja em plena operação em setembro.
“Com a ATM Logística, teremos condições de oferecer serviços com custos competitivos, agilidade, pontualidade e foco no negócio do cliente, visando à demanda de transporte de cargas gerada com a abertura do Porto Itapoá”, explica Julian Thomas, diretor-superintendente da Aliança e da ATM Logística.
Inicialmente, a ATM atenderá apenas ao mercado de Itapoá, podendo no prazo de dois anos, ampliar a atuação para outras localidades. A empresa será gerenciada por Daniel Malta e Marcelo Reis.
Segundo Thomas, no local será possível trabalhar com contêineres cheios, vazios e refrigerados. As principais cargas movimentadas são madeira, papel, produtos metalúrgicos, tabaco, arroz, bebidas, resinas e fibras. Entre os serviços oferecidos destacam-se armazenagem, transporte, ova e desova de contêineres, recebimento e preparação da carga para embarque.
“Com uma localização estratégica próxima ao complexo portuário, o terminal será um diferencial no atendimento aos clientes e ao mercado por estar preparado para o recebimento, armazenagem e expedição da carga, dispondo de área coberta e balança rodoviária”, finaliza o executivo.
Sobre a Aliança Navegação e Logística
Fundada no início da década de 50, a Aliança foi consolidando sua liderança no mercado brasileiro, passando a atuar em todos os continentes. Em 1998, a empresa foi adquirida pelo Grupo Oetker, também proprietário da Hamburg Süd, empresa alemã fundada em 1871.
Com faturamento de R$ 2,7 bilhões em 2012, a Aliança Navegação e Logística tem forte atuação no segmento internacional e é líder no transporte de cabotagem. No ano passado, movimentou mais de 680 mil TEUs. Atualmente, opera regularmente em 14 portos nacionais e possui 12 escritórios próprios no Brasil.
(Fonte)
Para atender às necessidades do mercado com uma ênfase maior no negócio terrestre, a Aliança Navegação e Logística conta com uma nova empresa, a ATM (Aliança Transporte Multimodal), que iniciará as atividades com a abertura de um terminal retroportuário localizado a 4 quilômetros do Porto Itapoá, em Santa Catarina.
Com investimento de R$ 27 milhões, a primeira fase, que será destinada apenas para contêineres vazios, começará a operar em meados de junho de 2013. Em uma área construída de 66 mil metros quadrados, o terminal retroportuário terá capacidade operacional para 7 mil TEUs, sendo aproximadamente 900 TEUs para carga refrigerada. A previsão da ATM Logística é de que o local esteja em plena operação em setembro.
“Com a ATM Logística, teremos condições de oferecer serviços com custos competitivos, agilidade, pontualidade e foco no negócio do cliente, visando à demanda de transporte de cargas gerada com a abertura do Porto Itapoá”, explica Julian Thomas, diretor-superintendente da Aliança e da ATM Logística.
Inicialmente, a ATM atenderá apenas ao mercado de Itapoá, podendo no prazo de dois anos, ampliar a atuação para outras localidades. A empresa será gerenciada por Daniel Malta e Marcelo Reis.
Segundo Thomas, no local será possível trabalhar com contêineres cheios, vazios e refrigerados. As principais cargas movimentadas são madeira, papel, produtos metalúrgicos, tabaco, arroz, bebidas, resinas e fibras. Entre os serviços oferecidos destacam-se armazenagem, transporte, ova e desova de contêineres, recebimento e preparação da carga para embarque.
“Com uma localização estratégica próxima ao complexo portuário, o terminal será um diferencial no atendimento aos clientes e ao mercado por estar preparado para o recebimento, armazenagem e expedição da carga, dispondo de área coberta e balança rodoviária”, finaliza o executivo.
Sobre a Aliança Navegação e Logística
Fundada no início da década de 50, a Aliança foi consolidando sua liderança no mercado brasileiro, passando a atuar em todos os continentes. Em 1998, a empresa foi adquirida pelo Grupo Oetker, também proprietário da Hamburg Süd, empresa alemã fundada em 1871.
Com faturamento de R$ 2,7 bilhões em 2012, a Aliança Navegação e Logística tem forte atuação no segmento internacional e é líder no transporte de cabotagem. No ano passado, movimentou mais de 680 mil TEUs. Atualmente, opera regularmente em 14 portos nacionais e possui 12 escritórios próprios no Brasil.
(Fonte)
terça-feira, 2 de abril de 2013
China apoia candidatura do Brasil na OMC
A presidente Dilma Rousseff e o novo presidente chinês, Xi
Jinping, fizeram uma reunião bilateral hoje após o encerramento da 5ª
Cúpula de Líderes do Brics em Durban, África do Sul. A conversa
aconteceu num clima amistoso. Dilma propôs a criação de um conselho
empresarial com a China, para estreitar ainda mais as parcerias
bilaterais. O líder, que esteve em Brasília em 2009, manifestou apoio à
candidatura do Brasil à direção da OMC.
Adriana Moysés, em Durban
Segundo fontes próximas do governo brasileiro, Xi decidiu apoiar a
candidatura do embaixador Roberto Azevedo à direção da Organização
Mundial do Comércio por considerar que está na hora de haver uma
alternância no órgão. A Rússia não tem a mesma disposição, conforme
deixou transparecer na cúpula do Brics em Durban. O processo eleitoral
na OMC ocorrerá a partir do dia 31 de março e deverá estar concluído até
31 de maio de 2013.
Na conversa com Xi, Dilma propôs que a China aumente sua participação
no programa de renovação e desenvolvimento de infraestutura lançado
pelo governo brasileiro, que necessita de US$ 250 bilhões nos próximos
dez anos. O líder chinês tem interesse em participar de projetos de
integração na América do Sul e até parabenizou os esforços do governo
brasileiro nesse sentido. Dilma apresentou oportunidades nas áreas de
telecomunicações, energia e ferrovias, com o trem de alta velocidade.
Eles também trocaram ideias sobre cooperação espacial e tecnológica, e
sobre a parceria para a construção de jatinhos da Embraer na China
junto com a Avic (Aviation Industry Corporation of China).
Xi está satisfeito com a elevação da parceria estratégica com o
Brasil para nível global. Ele pediu à presidente Dilma que o Brasil dê
apoio à candidatura de Pequim à direção do G20 em 2016.
Publicado no Portal rfi
Publicado no Portal rfi
tags: 5ª Cúpula do Brics - Brasil - China - Dilma Rousseff - Diplomacia - OMC - Xi Jinping
BRASIL: Acordos Comerciais Internacionais
As preferências tarifárias, geralmente conhecidas como margens de
preferência, representam percentuais incidentes sobre a alíquota do
imposto de importação vigente para terceiros países, para determinado
produto, no país outorgante. Elas se traduzem, na prática, em melhoria das condições de acesso dos produtos nos mercados das partes contratantes, preços mais competitivos, margem de lucro ampliada, estímulo para aumento de capacidade instalada, entre outros benefícios.
Dessa forma, o exportador pode negociar com o importador
estrangeiro em condições mais competitivas, se beneficiando da redução
tributária auferida pelo importador.
Os diferentes tipos de acordos e as informações estão à
disposição dos agentes comerciais brasileiros no Departamento de
Negociações Internacionais (DEINT), da Secretaria de Comércio Exterior,
do Ministério do Desenvolvimento da Indústria e do Comércio (MDIC), que
orienta os exportadores e importadores nas atividades de comércio
exterior, conduzidas ao amparo de acordos internacionais subscritos pelo
Brasil.
Atualmente o Brasil faz parte dos seguintes acordos comerciais:
- Preferência Tarifária Regional entre países da ALADI (PTR-04)
- Acordo de Sementes entre países da ALADI (AG-02)
- Acordo de Bens Culturais entre países da ALADI (AR-07)
- Brasil - Uruguai (ACE-02)
- Brasil - Argentina (ACE-14)
- Mercosul (ACE-18)
- Mercosul - Chile (ACE-35)
- Mercosul - Bolívia (ACE-36)
- Brasil - México (ACE-53)
- Mercosul - México (ACE-54)
- Automotivo Mercosul - México (ACE-55)
- Mercosul - Peru (ACE-58)
- Mercosul - Colômbia, Equador e Venezuela (ACE-59)
- Brasil - Guiana (ACE-38)
- Brasil - Suriname (ACE-41)
- Mercosul - Cuba (ACE-62)
- Mercosul/Índia
- Mercosul/Israel
- Mercosul/ SACU - AINDA SEM VIGÊNCIA
- OMC - Organização Mundial do Comércio
- MERCOSUL - Mercado Comum do Sul
- ALADI - Associação Latino-Americana de Integração
- SGP - Sistema Geral de Preferências
- SGPC - Sistema Global de Preferências Comerciais entre Países em Desenvolvimento
Acesse o site do Ministerio do Desenvolvimento, Industria e Comercio Exterior;
Acesso o sistema CAPTA - Consulta de Acordos Comerciais e Preferência Tarifaria.
segunda-feira, 1 de abril de 2013
Especial: modelos portuários europeus
LONDRES
- Na Europa existem tradicionalmente três tipos de operações
portuárias, as públicas estatais, as privadas e as que pertencem ao
estado, mas são operadas por grupos arrendatários, com contratos de
longo período, geralmente entre 20 e 25 anos
Porto de Gotemburgo na Suécia
Desde a década de 70, vem saindo de uso o sistema de portos estatais, assim como é o caso do Porto de Gotemburgo, na Suécia onde a operadora APM Terminals assinou um contrato de arrendamento de 25 anos, com autoridade para operar um terminal de contêineres no maior porto suéco, que responde por cerca de 33% do comércio exterior de todo país e 65 % dos contêineres movimentados. Em 2011 foram quase 900 mil TEUs, um aumento de 13% sobre o ano de 2010 que movimentou 796 mil TEUs.
Apesar do aumento, a Autoridade Portuária do Porto de Gotemburgo, sentia que era necessária uma mudança para atrair mais cargas, especialmente serviços de longo curso, sendo um ponto fraco, pois até recentemente o porto possuía apenas uma rota de longo curso, proveniente da Ásia e agora uma segunda rota acontecerá com o serviço conjunto da nova World Alliances, envolvendo NYK,OOCL, Hapag-Lloyd, Hyundai Merchant Marine, Mitsui OSK Line e APL, começando em abril desse ano. O porto da Suécia movimentava 811.508 TEUs em 2006 e atingiu o pico em 2008 com 862.595 TEUs porém vem perdendo carga para o norte da Europa e Mar Báltico.
Sobre essa manobra histórica da dinamarquesa APM Terminals, o presidênte da Autoridade Portuária de Gotemburgo, Sven Hulterstrom disse que acredita que o porto está em boas mãos e não tem o que temer de um poderoso operador privado e acrescentou. "Este é certamente um grande dia não só para Gotemburgo, mas também para toda a indústria do país, a APM Terminals como rede global, expertise e com disposição para investir, me trás a certeza que o Porto de Gotemburgo vai consolidar o seu papel como o grande porto internacional da Suécia”.
Incentivando a movimentação de contêineres do porto atráves do modal ferroviário, assim como outros portos europeus, Gotemburgo alcança uma marca impressionante de 45% de escoamento e chegada por ferrovias. Atualmente existem 26 transportes ferroviários ligando o porto com várias localidades na Suécia e Noruega, sendo que no ano passado o tráfego aumentou cinco por cento.
Cecilia Carlsson, gerente de comunicação corporativa em Gotemburgo, diz. “Continuamos sendo a Autoridade Portuária e ainda possuímos o terreno e toda infra-estrutura,assim continuamos sendo o proprietário e a capitania do porto. No entanto, a fim de impulsionar o nosso desenvolvimento internacional, achamos que o melhor é trazer uma empresa com expertise internacional para ajudar a nos tornar mais eficientes nesta rede global".
Neil Davidson, conselheiro sênior de portos, da consultoria Drewry’s de pesquisa marítima, que elaborou uma análise estratégica para o Porto de Gotemburgo, disse que esse tipo de modelo de leasing era o melhor que se encaixava no perfil da cidade sueca.
Quando perguntado sobre o tipo de modelo, ele explica. “Gotemburgo era uma operação portuária pública, estatal, mas procuraram a nossa empresa para que pudéssemos fazer uma revisão estratégica para descobrir qual era a melhor maneira de operação e recomendamos a estrutura Landlord, onde o operador portuário é responsável pela movimentação da carga e a Autoridade Portuária inspeciona a mivimentação”.
Também mencionou que por um lado o porto de Gotemburgo tinha que registrar lucro e competir internacionalmente, mas por outro lado tinha o dever com a cidade. O primeiro envolveu muitas necessidades de curto e médio prazo e a segunda apresentava benefícios para longo prazo.
"Pareceu-nos que não havia missão e objetivos claros,mas existe. Gotemburgo Port Authority(GPA) é o proprietário e fará com que o porto cresça em longo prazo e a APM Terminals pode entrar e ganhar dinheiro para si e para o porto. Agora existem regras claras e responsabilidades para todas as partes e isso torna a vida muito mais fácil”. Finaliza.
Este modelo de arrendamento no período de 25 anos é o mais popular da Europa e a maioria dos grandes portos do velho continente, estão adotando essa gestão. Este modelo está em voga nos últimos anos nas principais economias, como Holanda, Alemanha, Bélgica, França, Espanha e Itália.
Publicado em NetMarinha
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