segunda-feira, 22 de abril de 2013

A partir de 3 de maio, serviços federais funcionarão 24h no Porto de Paranaguá

A partir do dia 3 de maio, o Projeto Porto 24h da SEP entra em funcionamento em Paranaguá  e, com ele, os serviços federais essenciais para a operação plena dos portos estarão em plantão eletrônico durante sete dias na semana e 24 horas por dia, para liberação de cargas, embarcações e veículos nos portos.

 O Ministro dos Portos, Leônidas Cristino, anunciou nesta sexta-feira (19/04) o lançamento do Programa Porto 24h, uma ferramenta que fará parte do Sistema de Inteligência Logística, desenvolvido pela Secretaria de Portos (SEP), para desburocratizar o sistema portuário nacional. 
 
Com ele, as equipes de fiscalização dos diversos anuentes do sistema – como Anvisa, Vigilância Sanitária, Polícia Federal, Ministério da Agricultura, entre outros – estarão em plantão eletrônico durante sete dias na semana e 24 horas por dia, para liberação de cargas, embarcações e veículos nos portos.
 
O Porto 24h irá integrar as ações do programa Porto Sem Papel, Carga inteligente e VTMS. 
A implementação destes sistemas faz parte da cartela e investimento do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) da ordem de R$ 800 milhões.
 
O projeto passa a funcionar, em caráter experimental, a partir de hoje nos portos de Santos, Rio de Janeiro e Vitória. 
 
A partir do dia 22 de abril, estes portos deverão funcionar 24 horas permanentemente. A partir do dia 3 de maio, o programa entra em funcionamento em Paranaguá, Suape, Rio Grande, Itajaí e Fortaleza, tendo que funcionar 24 horas por dia em caráter permanente a partir do dia 6 de maio. 
 
Estes portos foram definidos dentro das discussões da CONAPORTOS, levando em consideração a representatividade no volume de carga e veículos, bem como do amadurecimento das integrações tecnológicas já implementadas.
 
A SEP iniciou, em 2010, o desenvolvimento e implantação de um conjunto de projetos denominados de Inteligência Logística Portuária, que envolve ações para redução de burocracia com intensa utilização de tecnologia de informação nos processos de liberação de veículos e cargas nos portos, o que permitirá a sincronização do fluxo de cargas, para evitar filas e congestionamento no porto.


 
O conceito de Porto 24 horas é uma evolução da aplicação de todos esses projetos, ou seja, as equipes de fiscalização dos diversos anuentes estarão de forma integrada eletronicamente, em plantão durante sete dias na semana e 24 horas por dia para liberação de cargas, embarcações e veículos nos portos. 
 
O objetivo do Porto 24 horas é melhorar o desempenho das operações de movimentação de carga, tanto nas importações, quanto nas exportações, e das operações nos locais de estocagem na retroárea dos portos, com a redução do tempo e consequente redução dos custos dos serviços, o que acarretará em ganhos efetivos da capacidade operacional em curto prazo. 
 
Hoje, estes anunentes obedecem a um horário comercial, salvo as emergências.
 
Com a implementação do Porto 24h, está previsto a redução de custo em média de 25%. 
 
Todos os diagnósticos já levantados pela SEP, inclusive em parceria com atores mundiais (Cingapura, Valência, Rotterdam, EUA, Alemanha, Bélgica etc), demonstram que os principais custos envolvidos em operações logística ineficientes estão associados a atrasos de liberação por falta de capacidade logística, que geram filas e imobilizam ativos como navios, trens, caminhões e mesmo infraestruturas que ficam ociosas aguardando procedimentos burocráticos. 
 
Os ganhos no aumento da agilidade e eficiência portuária se refletem na maior competitividade do país, seja nas exportações e importações, seja na transferência interna de mercadorias, com reflexos no preço final dos produtos aos consumidores.
 
Os custos de adequação das atividades de fiscalização dos órgãos anuentes ao porto 24h correrão por conta de cada um desses órgãos fiscalizadores. 
 
Os órgãos/entidades que serão envolvidos no Porto 24 horas são Secretaria de Portos (SEP), Ministério do Planejamento, Casa Civil, Marinha do Brasil, Polícia Federal, Vigilância Agrícola do Ministério da Agricultura, ANVISA, Receita Federal e Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio. A Coordenação da implantação do Porto 24 horas se dará por meio da CONAPORTOS, que é Coordenada pela Secretaria de Portos – SEP.

 
Fonte: Porto de Paranaguá

sexta-feira, 19 de abril de 2013

O MAIOR MOTOR DIESEL DO MUNDO - O Motor do Emma Maersk



O maior motor Diesel do mundo

O Wärtsilä-Sulzer RTA96-C é o motor Diesel mais potente do mundo atualmente. É de dois tempos, turboalimentado com sistema de injeção Common-Rail e é o mais eficiente que já se conseguiu construir. Fabricado em Aioi, no Japão, pela Diesel United com tecnologia Wärtsilä, de cujo site essas imagens foram colhidas, o RTA96-C impressiona.

Está sendo produzido em versões de 6 a 14 cilindros em linha. Foi projetado inicialmente para aplicação em navios porta-container, mas encontra  utilização em qualquer grande embarcação similar propelida por um único motor.

Alguns dados impressionantes:
Diâmetro da Camisa: 960 mm
Curso do Pistão: 2.500 mm
Cilindrada: (volume de um único cilindro) = 1.820 litros. (Mais do que mil motores automotivos 1.8). Para a versão de 14 cilindros, a cilindrada total é 25.480 litros!
Potência por cilindro: 7.780 HP. Para a versão de 14 cilindros, são 108.920 HP (Com essa potência é possível tocar uma frota de uns 800 ônibus urbanos).
Peso total para a versão de 14 cilindros: 2.300 toneladas (A árvore de manivelas sozinha pesa 300 toneladas).
Comprimento: 26,53 metros
Altura: 13,52 metros (Isso é mais do que um prédio de 4 andares!)
Rotação: 92 a 102 RPM

O consumo específico de combustível é de 120 a 126 gramas por HP por hora. Este é o consumo específico mais baixo de que se tem conhecimento, para qualquer motor Diesel, o que resulta num rendimento térmico superior a 50%. Para se ter uma idéia de comparação, os motores automotivos e de pequenas aeronaves tem consumo específico de combustível entre 182 e 272 gramas por HP por hora, com eficiência térmica de 25 a 35%. Apesar da alta eficiência, quando a plena carga este colosso consome 6.284 litros (1.660 galões) de óleo pesado por hora.

Vista em corte
Secção transversal do RTA96-C
Câmara de combustãoOs componentes internos deste motor tem algumas diferenças em relação aos motores Diesel automotivos e estacionários conhecidos.
A cabeça da biela não é diretamente ligada ao pistão. Há uma articulação entre a biela e uma haste que se fixa ao pistão. Dessa forma, os esforços do conjugado mecânico não são transmitidos às camisas dos cilindros, o que elimina o desgaste lateral conhecido como ovalização.
Os pistões são arrefecidos a óleo, como nos motores estacionários menores mas tem coroas de aço forjado e as câmaras  de combustão têm 3 injetores  simetricamente dispostos nos cabeçotes.
Os mancais fixos têm casquilhos de 965 mm de diâmetro e largura de 406 mm.
Mancais fixos

Árvore de manivelas
Instalação da árvore de manivelas de 300 toneladas. O cárter é do tipo estrutural, servindo como berço dos mancais principais, cujos casquilhos são revestidos com metal branco.

O sistema de suprimento de combustível incorpora as bombas de combustível dispostas num arranjo em "V" e as bombas hidráulicas de alimentação dos servo-controles montadas na extremidade direita.
Bombas de combustível

Injetores de combustível
Cada cilindro conta com um conjunto de controle da combustão, composto de:
A = Atuador hidráulico da válvula de escape, montado na galeria de óleo de comandos;
B = Unidade de controle dos injetores, montada na galeria de combustível;
C = Galeria de óleo de controle e
D = Tubo de retorno de óleo de controle e de comandos.

Com o aproveitamento do calor dos gases de escape do RTA96C, é acionado um turbogerador de 9.860 kW. A planta é composta por uma turbina diretamente acionada pelos gases de escape (esquerda) combinada com uma turbina a vapor, acionada por vapor gerado com o calor dos gases de escape (centro) e o alternador (direita).
Turbogerador

Portos do Rio, de Santos e de Vitória começam a operar 24h


Novo regime. Porto do Rio de Janeiro visto da Ponte Rio Niteroi
Foto: Pablo Jacob / Pablo Jacob
BRASÍLIA – A partir das 18h desta sexta-feira, os portos do Rio, de Santos e de Vitória começarão a funcionar ininterruptamente, ou seja, durante 24 horas e também aos sábados, domingos e feriados. Até esta quinta-feira, as principais repartições públicas para as quais os navios que chegam ou partem têm de prestar anuência funcionavam, em geral, das 8h às 17h. Em maio, também os portos de Suape (PE), Paranaguá (PR), Rio Grande (RS), Itajaí (SC) e Fortaleza (CE) passarão a funcionar 24 horas.

Cada navio que passa pelo porto tem de pedir anuência a diversos órgãos de governo, dependendo de sua carga. São eles Polícia Federal, Receita Federal, Vigilância Agrícola, Vigilância Sanitária e Marinha, além da autoridade portuária local. Os custos com mais profissionais ou horas extras serão pagos pelos próprios órgãos envolvidos.

A medida eleva a capacidade dos portos sem, necessariamente, ter de exigir mais investimentos em infraestrutura. Com essa e outras medidas de gestão, os terminais brasileiros deverão ganhar, no curto prazo, um aumento de capacidade de movimentação de carga da ordem de 25%, informou ao GLOBO o ministro Leônidas Cristino, da Secretaria Especial dos Portos (SEP).

— Ao funcionar 24 horas, a infraestrutura existente será otimizada e poderão ser evitadas filas e congestionamentos nas vias de acesso próximas aos portos. Um caminhão que vai levar uma carga a ser exportada não precisará passar pela Avenida Brasil no horário comercial — disse o ministro, usando o exemplo do porto carioca. — Acho até que o fluxo à noite tenderá a ser maior do que o do dia.

Firjan e CNA defendem medida

Para o ministro, será uma tendência natural que todos esses órgãos se concentrem em apenas um local físico dentro dos portos, sem que seja necessário que os responsáveis pelas embarcações tenham de passar por diversos guichês para chegar ou partir de um porto.

Segundo Cristino, a adoção de um sistema de funcionamento 24 horas nos portos, a partir desta sexta-feira, não tem relação com a inclusão dessa medida no relatório da Medida Provisória 595. A ação, segundo ele, já estava prevista e resulta de um processo que teve início em 2010 e que foi debatido nas primeiras reuniões da Conaportos, entidade criada no fim do ano passado para centralizar a gestão das autoridades portuárias.

Para a Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan), o funcionamento 24 horas dos portos poderá elevar a capacidade de movimentação de contêineres no Brasil em 8 milhões de toneladas, ou o equivalente a US$ 2,5 bilhões por ano, entre importações e exportações. Também a Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária (CNA) defendia a adoção desse sistema, prevendo o fim de problemas para escoar safras.

Segundo a Secretaria dos Portos, a adoção dos períodos de 24 horas faz parte de um programa de inteligência logística adotado pela pasta, que inclui também o gerenciamento eletrônico de tráfego de navios (sistema VTMS), a coordenação do acesso terrestre de caminhões e trens aos portos para evitar filas e o sistema integrado de gestão de obras.

(Fonte)

terça-feira, 16 de abril de 2013

Mantega defende investimento em infraestrutura nos Brics

Luis Ushirobira/ValorDURBAN - O Brasil quer avançar as negociações para formação do Banco dos Brics, com Rússia, Índia, China e África do Sul, a tempo de assinar o acordo de criação do banco em 2014, informou nesta terça-feira o ministro da Fazenda, Guido Mantega, ao sair da reunião dos ministros da Fazenda e presidentes do Banco Central do grupo que reúne cinco dos principais mercados emergentes.

O banco é uma das fontes que o país pensa usar para estimular investimentos em infraestrutura, contra a desaceleração da economia.

"O banco de desenvolvimento dos Brics é uma necessidade", disse Mantega, após mencionar o programa de investimentos em infraestrutura brasileiro, de US$ 250 bilhões, e comentar que ficou impressionado com os projetos da Índia, que somariam US$ 1 trilhão.

"Um consenso entre todos (os países dos Brics) é que os estímulos têm de caminhar pelo lado do investimento em infraestrutura", disse, ao relatar a reunião de ministros, que, segundo ele, discutiu formas de compensar a perda de dinamismo na economia mundial.

"Temos uma visão semelhante de que a economia internacional não avançou muito", disse Mantega. "Ainda estamos tentando encerrar essa crise que começou em 2008, mas que está se prolongando nos países avançados", comentou.

"Nós, os países emergentes, principalmente os Brics, temos que nos organizar para contrabalançar essas questões que emergem dessa demora", argumentou, ao defender alternativas retração dos principais mercados consumidores nos países desenvolvidos.

Nesta quarta-feira, os ministros entregam aos chefes de Estado dos Brics os estudos de viabilidade do banco, que deve ter um capital entre R$ 50 bilhões e US$ 80 bilhões, e se destinará a financiar principalmente obras de infraestrutura.

Os presidentes assinarão acordo para dar início oficial às negociações para o formato final do banco que, se criado em 2014, como quer o governo brasileiro, deve começar a operar, na prática, por volta de 2016, quando os congressos nacionais terão aprovado a criação da nova instituição financeira.

Os investimentos em infraestrutura foram mencionados como necessidade por todos os Brics, relatou Mantega, para quem o novo banco acrescentará uma nova fonte de financiamento às já existentes ao que ele vê como uma importante fonte de impulso da economia.

"Investimento em infraestrutura não depende tanto de mercado, de ter uma demanda de manufaturados", disse. "É uma necessidade até maior para nós, no Brasil, que estamos atrasados em relação a isso, temos demanda para isso; mas também a Índia enfatizou muito essa necessidade."

quarta-feira, 10 de abril de 2013

Governo dará licenças para portos secos



Governo vai dar licenças para portos secos


Depois de quase uma década de tentativas, o governo definiu ontem mudanças para os portos secos, os entrepostos alfandegários instalados fora de áreas de fronteiras. O objetivo das medidas, segundo a Receita Federal, é estimular investimentos privados. Com o aumento da concorrência, diz a Receita, podem cair os preços de tarifas cobradas em transações de comércio exterior de portos e aeroportos.

Ao mudar o modelo de concessão para o de licença, o governo espera também reduzir o número de ações judiciais. "De 2003 para cá, foram registrados apenas dois ou três novos contratos. Uma das razões é que, no modelo de concessão, a parcela que tem potencial de perda de licitação judicializa o processo. Mas, em um modelo em que todos podem entrar, a disputa passa a ser econômica", avaliou Ronaldo Medina, assessor da Receita.

Até agora a exploração do negócio se dava por meio de concessões, com contratos firmados por 25 anos, em locais definidos pelo governo e poucas possibilidades de expansão, o que emperrava o desenvolvimento da atividade. A avaliação é de que não cabem à União, por exemplo, os estudos de viabilidade da atividade. "Colocar o governo para falar se o negócio é viável ou não é estranho", disse Medina.

LIBERDADE - Os contratos de concessão atuais serão respeitados, afirmou Medina. Mas abre se a oportunidade para quem está explorando o negócio de pedir rescisão do contrato e encerrar a atividade ou migrar para o novo modelo. "Esse novo regime permite a liberdade de entrada e saída do negócio, o modelo é mais adequado à logística e à infraestrutura do Brasil", disse. "Vamos ter ampliação mais rápida de infraestrutura, melhorar questões de competitividade e reduzir custos de serviços logísticos."

Para Medina, a Medida Provisória 612, publicada ontem pelo governo, complementa a MP 595, dos Portos, de dezembro do ano passado. "Estamos mudando a estrutura portuária, tornando-a mais barata. Se não tomarmos medidas do lado de cá, vai ter desequilíbrio entre as coisas", considerou. Para abrir um novo porto seco é obrigatória uma unidade da Receita Federal no município.

As licenças, ao contrário das concessões, não têm prazos definidos de exploração. E empecilhos como esse, diz Medina, criavam impasses "muito grandes". Medina disse que prefeitos de cidades importantes pedem constantemente instalação de portos secos em seus municípios.

terça-feira, 9 de abril de 2013

ARTIGO: A função do líder: buscar a unidade da equipe


Já aprendemos as diferenças entre um grupo e uma equipe. Grupo é formado por pessoas com um mesmo objetivo, porém cada uma trabalha por si, ninguém ajuda ninguém e, algumas vezes, acabam competindo entre si. No grupo não há respeito pela diferença de opiniões, de experiências, de conhecimento, de habilidade e até mesmo de atitude, pois as pessoas se vêem não como uma pessoa que possa ajudar, mas sim que possa atrapalhar.
Por outro lado, na equipe todos estão voltados para o mesmo objetivo, porém possuem papéis claros e definidos, e trabalham em coletividade, uns ajudando aos outros, criando uma atmosfera favorável para exercer a criatividade, a empatia, as habilidades, a troca de experiências e de conhecimento e atitudes que levem a uma sinergia entre os membros.
A linha entre uma e outra situação é muito tênue. Em alguns casos pensamos que estamos trabalhando em equipe, todos se empenham, trocam experiências e conteúdos favoráveis para atingir os resultados esperados e alcançar os objetivos propostos. Porém, o líder deve sempre pensar que o menor da equipe é o mais importante.
"O menor da equipe é o mais importante?" Respondo que sim.
Uma das principais atividades do líder é manter a unidade da sua equipe. Manter a unidade significa deixar claro que todos possuem a mesma importância, que todos são membros de uma complexa engrenagem que, para atingir os resultados, precisam trabalhar juntos, precisam aprender a conviver, a se respeitarem. Em resumo, para que consigam atingir os objetivos o principal é o relacionamento entre a equipe. Quando afastamos aquele membro da equipe que parece não ter importância, aquele que apresenta ideias diferentes, ou mesmo aquele que tem dificuldades ou limitações para acompanhar o restante da equipe, mas que desempenha atividade igualmente importante dentro de um conjunto que busca resultados coletivos, estamos mostrando que não vivemos uma unidade, e se não vivemos em unidade não temos uma equipe, temos um grupo, um amontoado de pessoas que procura afastar o membro que consideram de menor importância. Quando afastarem o menor, logo aparecerá outro em seu lugar e mais uma vez repetirão o esforço para afastar este novo membro menor, e assim sucessivamente, até que todo a "equipe" se deteriorará.
O líder e todos os membros devem enxergar a equipe como um corpo, onde todos são importantes. Em um organismo, todos os membros são importantes, não há aquele que possui maior ou menor importância. É errado acreditar que alguém que desempenha uma atividade complexa em uma equipe é mais importante do que aquele que desempenha uma função limitada. Todos se completam como um organismo vivo. Não há como dizermos "minha mão esquerda me parece inadequada, muito fraca, vou afastá-la do restante do meu corpo".
Não apenas o líder, como todos os membros de uma equipe que desejam alcançar resultados, atingir os objetivos e obter sucesso, devem preservar a unidade da equipe, com respeito e com apoio mútuo. Devem aprender a desenvolver o relacionamento. Aprenderem a se relacionar uns com os outros reconhecendo a igual importância que há entre todos, pois na equipe que preserva a unidade não há menor ou maior.

Sandro Cândido, Tags: equipe, grupo, líder, unidade | Categorias: Gestão de Pessoas | URL: http://wp.me/pjIXm-e9

segunda-feira, 8 de abril de 2013

INFRAESTRUTURA AEROPORTUARIA - OBRAS EM ANDAMENTO

Confira imagens captadas nos 13 aeroportos com obras para a Copa do Mundo de 2014 e veja o estágio atual das intervenções a cargo da Infraero, levantadas pela reportagem do Portal da Copa. Ao todo, quatro terminais foram concedidos à iniciativa privada: Brasília (DF), Campinas (SP), Guarulhos (SP) e São Gonçalo do Amarante (RN). Em todos eles, a Infraero continua responsável por alguns projetos.

Belo Horizonte


Fotos: Infraero/ Setembro 2012
As obras de reforma e ampliação do Terminal de Passageiros do Aeroporto de Confins estão em andamento e têm a conclusão prevista para dezembro de 2013. O valor do projeto é de R$ 239,6 milhões. Outra ação é a reforma e ampliação da pista de pouso e decolagens e do pátio de aeronaves. Os projetos executivos estão em elaboração. Essas intervenções devem começar em janeiro de 2013 e serão feitas por Regime Diferenciado de Contratação (RDC). A novidade é que ainda no fim de setembro sairá o resultado da licitação do Terminal de Passageiros 3, com início da construção previsto para novembro de 2012.




Brasília


Fotos: ME/ Portal da Copa/ Agosto 2012
O aeroporto Juscelino Kubitschek foi concedido à iniciativa privada em leilão ocorrido em fevereiro. No entanto, a Infraero continua responsável pela reforma do corpo central do Terminal de Passageiros. As obras, que serão concluídas em outubro, alcançaram 45% de execução em junho e estão orçadas em R$ 5,5 milhões. O 2º Módulo Operacional foi concluído em junho. Está em funcionamento e recebeu R$ 7 milhões em investimentos.




Campinas


Foto: Infraero/ Setembro 2012
Outro aeroporto concedido à iniciativa privada, Viracopos será administrado pelo consórcio vencedor do leilão por um prazo de 30 anos. A Infraero ficou responsável pela implantação do Módulo Operacional, já concluído, e que teve R$ 7 milhões de investimentos. No início de julho, a Anac autorizou ao consórcio responsável pelo aeroporto o início da fase de transferência das operações e das obras para ampliação do terminal.


Cuiabá


Foto: ME/ Portal da Copa/ Agosto 2012
As ações da Infraero para o aeroporto Marechal Rondon incluem a reforma do Terminal de Passageiros, dividida em duas fases, e a construção do Módulo Operacional, concluído em 2011 e que custou R$ 2,9 milhões. A primeira das etapas do terminal está em andamento: construção do novo prédio administrativo e demolições. A segunda será licitada pelo Governo de Mato Grosso, via RDC.


Curitiba


A elaboração dos projetos básico e executivo do Terminal de Passageiros do aeroporto Afonso Pena está em andamento. A previsão de conclusão da 1ª etapa é para dezembro de 2013. A empresa responsável pelo empreendimento deve ser contratada via RDC. A Infraero também está ampliando o pátio de aeronaves, que passará de 84 mil m² para 143 mil m², com conclusão prevista para fevereiro de 2013. Orçada em R$ 25,4 milhões a intervenção no pátio estava 74,5% finalizada em julho. A restauração da pista de pouso e decolagem foi finalizada em junho, com um investimento de R$ 17,8 milhões. Todo o asfalto da pista de 2.215m por 45m foi trocado.


Fortaleza


As obras de reforma e ampliação do pátio de aeronaves e do Terminal de Passageiros do aeroporto Pinto Martins foram iniciadas em junho. O investimento total nos projetos será de R$ 336,6 milhões. A contratação foi feita via RDC. A conclusão da 1ª etapa das obras, voltada para a Copa do Mundo, está marcada para dezembro de 2013.




Manaus


A reforma e ampliação do Terminal de Passageiros do aeroporto Eduardo Gomes começou em novembro de 2011 e tem conclusão prevista para dezembro de 2013. O valor da obra é de R$ 344 milhões. Em setembro de 2012, o projeto tinha alcançado 28,4% de execução.




Natal


O aeroporto de São Gonçalo do Amarante, município próximo à capital potiguar, será construído pela iniciativa privada, após leilão que cedeu o direito de exploração do Terminal de Passageiros, realizado em 2011. As obras de terraplanagem e construção do sistema de pistas e pátios de aeronaves estão a cargo da Infraero e tiveram a 1ª etapa concluída em abril de 2011. A 2ª etapa será finalizada em outubro de 2013. O investimento é de R$ 174,4 milhões.


Porto Alegre


As intervenções da Infraero no aeroporto Salgado Filho incluem a reforma e ampliação do Terminal de Passageiros e da pista de pouso e decolagem. O projeto executivo do terminal está em processo de elaboração e para a Copa do Mundo está prevista a entrega da 1ª fase, com conclusão em dezembro de 2013. O projeto executivo das obras na pista também está sendo elaborado e a contratação para o empreendimento será via RDC, com conclusão prevista para março de 2014. O Módulo Operacional do aeroporto foi entregue em janeiro deste ano e teve R$ 5,2 milhões em investimentos.


Recife


O aeroporto Gilberto Freyre conta com um moderno Terminal de Passageiros entregue em 2006 e capaz de atender uma oferta maior que a demanda atual. Por isso, para a Copa do Mundo, a única obra prevista pela Infraero é a construção de uma nova torre de controle, com conclusão prevista para dezembro de 2013.


Rio de Janeiro


São três obras a cargo da Infraero em andamento, no aeroporto Tom Jobim, conhecido como Galeão. A reforma do Terminal de Passageiros 1 tem conclusão marcada para dezembro de 2013 e custará R$ 301 milhões. A reforma do Terminal de Passageiros 2 está dividida em quatro etapas e será finalizada em dezembro de 2013. Por fim, a recuperação e a revitalização do sistema de pistas e pátios serão entregues até outubro de 2013. Orçada em R$ 157,4 milhões, as intervenções nas pistas e pátios tinham 34,5% de execução em julho.


Salvador


O projeto executivo da reforma do Terminal de Passageiros está em fase de elaboração. O processo de licitação para as obras de ampliação do pátio de aeronaves está aberto. A conclusão do pátio está prevista para setembro de 2013.  As duas obras serão feitas via RDC. A construção da torre de controle do aeroporto foi iniciada em junho e a previsão de conclusão é em dezembro de 2013, com investimento de R$ 14,6 milhões. 


São Paulo


O aeroporto de Guarulhos foi concedido à iniciativa privada em fevereiro de 2012, mas a Infraero continua responsável pela terraplanagem de uma área de 310 mil m², onde a empresa vencedora do leilão construirá o Terminal de Passageiros 3. A terraplanagem está orçada em R$ 417 milhões e tem a conclusão prevista para o fim do mês. A Infraero já entregou as obras do sistema de pistas, que custaram R$ 148 milhões, e o Terminal de Passageiros 4, com valor de R$ 86 milhões.